Coluna Da Redação – 07/02/2020

No domingo

O governador Gladson Cameli (Progressistas) vai reunir a bancada federal, estadual e a cúpula da Segurança Pública e, assim, buscar soluções concretas junto com o Poder Judiciário, Ministério Público, para o problema da violência que atinge a todos. A reunião acontece domingo, às 10h, no Palácio Rio Branco.

Único

Na sessão de ontem, 6, o deputado Edvaldo Magalhães fez igual aqueles estudantes preocupados quando vão fazer trabalho em grupo. Disse “olha, precisamos levar uma proposta unificada” para a reunião de domingo. Pediu a suspensão da sessão para elaborar isso. Terminou a sessão e o pedido não foi acatado. Farão, certamente, nos 45 do segundo tempo. Falta de aviso não foi.

Intervenção

O pedido do deputado Roberto Duarte é interessante, mas, de acordo com o líder do Governo do Estado, deputado Gehlen Diniz (Progressistas), o Governo Federal não vai acatar o pedido, se chegar até ele. Primeiro que será um ano de aprovação de reformas como a tributária. Um pedido de intervenção federal deixaria o governo sem, por exemplo, alterar a Constituição.

Calegário

O deputado Fagner Calegário (PL) estava ontem chateado com o tratamento dispensado pelo secretário Mauro Sérgio Cruz, da Educação. Segundo ele, o secretário disse em ofício que não teria como responder ao requerimento do deputado que pedia informações do quanto foi aplicado na Educação em 2019. Calegário pediu “a abertura da caixa preta da SEE”.

Contratação

Os deputados voltaram a insistir da contratação imediata e excepcional dos alunos-soldado e agentes tanto da Polícia Militar, quanto Polícia Civil. O debate foi ameno, mas acirrado. Há quem diga que, mesmo diante do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), pode-se contratar excepcionalmente em tempos de crise social, como é o caso da violência.

Pegou pesado

O vereador de Rio Branco, N. Lima, não leva desaforo pra casa. Ontem, 6, disse que o vice-governador Major Rocha (PSDB) “nunca foi pra rua. Nunca tirou um policiamento na rua. Foi pra Sena Madureira para comandar um pequeno pelotão”. Pegou pesado!

Eles são contra

Os vereadores João Marcos Luz (MDB) e N. Lima, de Rio Branco, são contrários ao pedido de intervenção federal na Segurança Pública do Acre apresentado pelo vereador Emerson Jarude (sem partido) e o deputado estadual Roberto Duarte (MDB). Luz disse que o Estado está fazendo seu papel e que as facções são um problema internacional.

Papelão

Parte dos deputados federais do Acre votaram pelo retorno, à Câmara, do deputado Wilson Santiago, afastado por corrupção. Havia uma decisão do ministro do Supremo, Celso de Melo determinando o afastamento. Flaviano Melo (MDB/AC), Jéssica Sales (MDB/AC0, Manuel Marcos (Republicanos/AC) e Vanda Milani (SD/AC) votaram pelo retorno.

Contra

O único a votar contra foi o deputado Jesus Sérgio, que votou contrário à determinação de seu partido, o PDT. Perpétua Almeida, Alan Rick e Mara Rocha não são citados na lista de votantes.

A cruz e espada

Entre a cruz e a espada. Assim ficaram os governadores com a proposta irônica do presidente Jair Bolsonaro. Ele sugeriu que estes zerem os impostos que incidem sobre os combustíveis. Entretanto, embora haja boa vontade dos chefes de Estado, a proposta de Bolsonaro é vazia.

Nota do Sindepac

Sobre esse aspecto, “o Sindicato dos Postos de Combustíveis do Acre, Sindepac, vem a público informar que é favorável à redução de impostos sobre os combustíveis na esfera federal, estadual e municipal. O Sindicato entende que essa é a única forma de conseguir baixar os preços para os consumidores.

E acrescenta

“A alta carga tributária no país acaba comprometendo o desenvolvimento da economia, onerando empresários, diminuindo a geração de empregos e prejudicando a população em geral. A redução dos impostos proposta pelo presidente Jair Bolsonaro é vista com bons olhos por todos os Sindicatos do setor no Brasil”.

 

 

 

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