Coluna Da Redação – 15/02/2020

Pesado

A sexta-feira amanheceu com a prisão de membros da Prefeitura de Cruzeiro do Sul pela Polícia Federal. Entre os presos, a irmã do prefeito Ilderlei Cordeiro (Progressistas), a advogada Idelcleide Cordeiro. O grupo responde pelos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, quadrilha ou bando, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Há ainda a participação de uma ONG.

Perseguido

O prefeito de Cruzeiro do Sul se diz perseguidor, tendo em vista que este ano é um ano eleitoral. Disse que “a turma do contra” referindo a seus adversários lutam para tirá-lo do jogo político. Ele enfatizou que toda documentação solicitada pela Polícia Federal e o Ministério Público Federal foram entregues.

Investigação

A investigação durou mais de um ano para culminar com os mandados de prisão e apreensão ontem, 14. Ou seja, a PF só promove ações após longa investigação, cruzamento de dados. Agora, a Prefeitura terá que se explicar à Justiça a respeito das acusações.

Aspas de Iderlei

“Eu queria estar aí para acompanhar de perto essa situação. Eu estou em paz. Não tenho nada a temer. Minha gestão tem feito o melhor para tentar fazer tudo com transparência para que a gente possa fazer sempre o melhor pela a nossa cidade, sempre buscando economia em vários setores para sobrar mais recursos e investir mais na cidade, isso prova a quantidade de obras que estamos fazendo na cidade”.

Social

A Segurança Pública do Acre pretende não tratar apenas a questão da violência com repressão, mas atuando no início do problema, com a parte social, criando oportunidades para que crianças e adolescentes não enveredem pelo crime. O pensamento do coronel Paulo Cézar, neste aspecto, deve ser elogiado. É preciso pensar em uma política de conscientização de que o crime não compensa.

Desnecessário

Desnecessário trazer o presidente Jair Bolsonaro ao Acre para que ele ordene ações mais firmes na fronteira. Um comando dele de Brasília resolveria os problemas. Mas, por outro lado, a vinda de um presidente é sempre bem-vinda. Bolsonaro só esteve no Acre na época da campanha eleitoral.

Pegou pesado

O presidente da Aleac, deputado Nicolau Júnior (Progressistas) pegou pesado com o governador Gladson Cameli (Progressistas). Este, porém, não rebateu. Tirou por menos. Disse apenas que tem algo mais pra fazer que ouvir os posicionamentos do cunhado. No acreanês, tenho mais o que fazer, foi a resposta.

Tudo indica

Tudo caminha para que o deputado Luís Tchê (PDT) seja reconduzido à liderança do governo. Em conversa com ele recente, Tchê não descartou a possibilidade e disse que na política nunca se pode dizer nunca. Ou seja, dependerá de variáveis, conversas. A função é espinhosa, nem todos querem. Precisa além de tempo, habilidade política e boa oratória para os enfretamentos.

Cumprindo tabela

O que se viu do deputado Gehlen Diniz (Progressistas) em 15 dias legislativos foi um Gehlen mais ameno, sem vontade de ir para o confronto. Quer sair da liderança paz e amor. Enfrentará um gigante em Sena Madureira, o prefeito Mazinho Serafim (MDB). Nesse sentido, o apoio dos 23 deputados é importante.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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