Prefeitura autoriza retorno gradual de artes marciais em Rio Branco

A Prefeitura de Rio Branco recebeu na quarta-feira, 26 de agosto, representantes das artes marciais para a discussão de medidas e protocolos para retomada das atividades no Município.

Ficou acertado que as aulas, além de atividades físicas podem voltar de imediato.

No entanto, vale ressaltar que a exemplo das academias, permanecem as limitações de funcionamento com apenas 30% da capacidade máxima dos estabelecimentos.

Representantes das artes marciais se reuniram para a discutir medidas e protocolos para a retomada (Foto Fagner Delgado)

É necessário também que se apresente o respectivo protocolo sanitário de combate à Covid-19, junto à Vigilância Sanitária do município, que avaliará eventuais adequações, monitoramento e cumprimento das medidas sanitárias disciplinadas por decreto.

“Nessa reunião nós criamos o protocolo de retorno para os representantes de artes marciais. Temos elaborado os protocolos ouvindo os seguimentos, colocamos aquilo que a gente entende e acolhemos sugestões para adequações.  Hoje foi a vez de recebermos a proposta dos representantes das artes marciais, as propostas deles vão compor o protocolo de retorno. Esta reunião qualifica o serviço em comum acordo com a Vigilância Sanitária e dentro daquilo que a lei prevê”, disse Jesuíta Arruda, secretária Municipal de Saúde.

Pelo protocolo geral os estabelecimentos permanecem obrigados a seguir todos os protocolos sanitários vigentes ao comércio da cidade como evitar aglomerações, uso de máscaras é obrigatório, frequente higienização das mãos com álcool em gel 70%, limpar três vezes ao dia pisos e banheiros com água sanitária, desinfetar corrimão, maçanetas, mesas, balcões e equipamentos periodicamente.

“A gente fez uma adequação do protocolo. Eles trouxeram a proposta, nós estávamos trabalhando nisso e a proposta é que eles ajustem a atividade de luta para atividades individuais, no mesmo formato das academias, com 30% da capacidade do espaço, fazendo a higienização dos equipamentos e não fazendo a luta no contato corporal. Trata-se de uma liberação para o atendimento individual”, explicou o médico Oswaldo Leal, coordenador do Comitê Municipal de Combate ao Coronavírus. (Texto Cedido)

Assuntos desta notícia