ARTIGO – O líquido mais precioso para a humanidade

Convencida que estamos descendo a ladeira como raça humana. O aquecimento global é um fator, mas as doenças vão nos eliminar pouco a pouco.  

Um terço da população mundial ainda não tem acesso a instalações sanitárias adequadas, de acordo com um estudo feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em parceria com a Unicef. 

Oitava economia do mundo, o Brasil está atrás de 105 países em relação aos indicadores de acesso a água e esgoto. Segundo o Panorama da Participação Privada no Saneamento 2019, com base em dados internacionais, o desempenho brasileiro é pior que o verificado nos países vizinhos, como Chile, México e Peru. 

A cidade de Wuhan na China onde apareceu o novo coronavirus foi isolada do mundo. Uma das sérias consequências negativas da rápida expansão industrial da China durante a década de 1980 foi o aumento da poluição e da degradação dos recursos naturais sem prevenir no investimento do caos sanitário. 

E novos virus vão surgindo e matando: ebola, zika, chicungunha, Dengue e o da febre amarela, malária, da família “ flaviridae “que reaparecem nas cidades. 

E a população mundial continua a ter taxa de crescimento de 0,33% ao ano, seja 2,1 milhões anualmente. 

Cada vez mais teremos problemas na água. 

O mundo tem 7,1 bilhões de indivíduos. Cada indivíduo produz em média 54 kg por ano de fezes e 563 l de urina. Na maioria dos países, esses dejetos humanos vão parar nos mares, rios, lagos, etc.… sem tratamento contaminando a água. 

O problema da água é de extrema gravidade. Nas não esqueçamos que isso é também um problema brasileiro. Políticos gostam de inaugurar pontes e se lixam para canos. 

Há 5.570 municípios no País, mas apenas 85 deles (1,5%) têm todas as condições de oferecer um sistema de saneamento básico digno à população. O dado foi apresentado pela Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) em um relatório divulgado na segunda-feira passada. A conclusão é tão clara quanto vergonhosa: saneamento básico está longe de ser uma prioridade para a esmagadora maioria dos administradores públicos no Brasil. “Cano embaixo da terra não dá voto”, diz no meio político há muito tempo. 

A persistência das péssimas condições de higiene e saúde em que vivem a maioria de brasileiros ameaçam a sobrevivência de nós todos e não comove os governantes. 

A falta de água em alguns bairros de Rio Branco, obrigou-me a mergulhar em pesquisas sobre o líquido mais precioso do planeta. 

O flúor em grandes doses na água tem sérios efeitos na nossa saúde: causa apatia e demências.  Já era usado na Alemanha nos campos de concentração. Nossa água contém doses enormes de flúor. 

Entre os países onde a fluoretação da água é restrita ou completamente proibida estão: China, Áustria, Bélgica, Finlândia, Alemanha, Dinamarca, Noruega, Suécia, Holanda, Hungria e Japão. Israel, Portugal e recentemente partes da África. 

Alguns dos efeitos do flúor no nosso corpo podem ser: -aumento do risco de fraturas ósseas; -redução drástica do funcionamento da tireoide; -redução do desenvolvimento do QI; -causa de artrite e doenças semelhantes, como fluorose dental; -desenvolvimento de câncer ósseo (osteossarcoma) 

Está explicada a apatia dos brasileiros!



Beth Passos é jornalista 

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