ARTIGO – Vem 2021 

Ao longo de nossa trajetória é natural acumularmos pedras indesejáveis e que, se não forem abandonadas, tornam a nossa mochila pesada demais para seguir caminhando.

Ao final do ano, devemos ser estrangeiros aos problemas. Sobretudo, aos sem solução. Assim, devemos ter nos erros a oportunidade de transformá-los em algo positivo.

Nesse momento, permita-se renovar seus inexplicáveis sonhos, flerte com suas fantasias e bobagens e, definitivamente, não discuta com seus obstáculos. Se puder vá além, escape de si mesmo, torne-se saudavelmente anônimo aos caprichos da vida. Seja incomum, rebrote, mas não nos distanciemos de nós e de quem nos ama.

Sabemos que 2020 foi um dos anos mais duros de nossas vidas, entretanto, foi um ano para renovação, de introspecção, de tempo para pequenos detalhes que havíamos deixado de lado.

Um tempo para percebermos a importância do contato, do relacionamento, do abraço, de uma conversa, de olhar nos olhos.

Tempo de cobrir os rostos para olharmos apenas para os olhos, sem cor, etnia, origem, crença, nacionalidade.

Tempo de buscar Deus, buscar entendimento, buscar “porquês”. Busquemos primeiramente o reino de Deus. As demais coisas serão acrescentadas.

Que os nossos sonhos sejam fortes, mas tão fortes, que nos retardem a morte e nos façam ilesos às enfermidades.

Que os nossos sonhos sejam grandes, mas tão grandes que pareçam rompantes e a imensidão deles nos envolva sempre nos levando cada vez mais adiante.

Que os nossos sonhos sejam bons, mas tão bons que todos queiram igual, que possamos cortá-los e distribuí-los sem perder a sua força original.

Que os nossos sonhos sejam eternos, suaves, doces, passionais ou fraternos.

Que jamais faltem, por todo o sempre e que estejam na mente sempre presentes.

E o encantamento sobreviverá em nós, porque dos sonhos tiramos o encanto que a vida sozinha, jamais poderá dar. Sejamos felizes e sonhadores.

Feliz Ano Novo!



Beth Passos é jornalista 

E-mail: [email protected]@hotmail.com

Assuntos desta notícia