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Agnes Cavalcante
Agnes Cavalcante é jornalista e co-criadora da página @investidoracreana no Instagram, onde compartilha informações sobre investimentos

Investir não é para quem tem dinheiro. É para quem tem sonhos!

Na coluna desta segunda, 20, falo sobre como é importante sonhar para enfim realizar e explico a diferença entre investimentos em renda fixa e renda variável;

Sempre digo que investir não é para quem tem dinheiro, mas para quem tem sonhos.

Essa é uma das maiores verdades desse universo de investimentos, porque mais importante do que aprender técnicas e técnicas para uma boa gestão financeira é saber por que e para quê você quer investir. Sem propósito, você jamais sentirá prazer em poupar e aplicar seu dinheiro e viverá numa espiral de recomeços.

Uma vez que você faz sua Reserva de Emergência (RE), como vimos nas primeiras colunas aqui em A Gazeta do Acre, chega o momento de aplicar em busca da realização dos seus sonhos, afinal, você já sabe que a RE é somente para os imprevistos, e quando você usar, vai ter que repor, certo? Nada de pegar o dinheiro da reserva pra pagar boleto de coisas que você comprou por descontrole emocional, ein.

Você já sabe que a RE deve ser aplicada em um produto que:

  1. Tenha algum rendimento
  2. Possa ser retirado a qualquer momento

E depois de formar a reserva, chegamos ao dilema de onde começar a aportar (colocar mais dinheiro) a partir daí.

Renda fixa ou renda variável?

Pensa comigo: Sua cama está toda bagunçada e você precisa dormir. Então, você primeiro deita e depois arruma a cama com você em cima, ou primeiro arruma e só depois deita?

Nos investimentos é exatamente igual. Você tem que organizar passo a passo pra poder descansar, e a Reserva de Emergência é aquele travesseiro gostoso, que permite sua noite tranquila, e os demais ítens são a renda fixa, ou seja, aqueles investimentos que oferecem menos risco, e um rendimento razoável, pra você não acordar de madrugada tendo pesadelos (risos).

Já os investimentos em renda variável são aqueles que, como o nome já diz, variam. Por isso, eles tem maior rendimento, mas quanto mais alto o rendimento, maior é o risco.

Até aí tudo bem? Então vamos a alguns exemplos de produtos em renda fixa: Tesouro Direto (esse você já ouviu falar, né?), Certificado de Depósito Bancário, LCI/LCA, Debêntures, Letras de Câmbio, CRI/CRA e a famosa poupança (fuja dela, porque o rendimento é baixíssimo, e já temos outras opções com rendimento melhor e a mesma segurança).

Já na renda variável, os exemplos são: Ações (Bolsa de Valores), Fundos Imobiliários (FIIs), ETFs, Opções, Câmbio, Fundos de Investimento e as famosas Criptomoedas. Bugou aí? Muita calma nessa hora!

Semana que vem volto com tudo bem clarinho pra você entender tudo de uma vez por todas e aprender a escolher os melhores prazos, para você planejar seus sonhos de curto, médio e longo prazo. Posso contar com você?

Enquanto isso, tá rolando sorteio lá no meu instagram. Corre lá, participa e já me manda suas dúvidas sobre a coluna de hoje! Te espero.

A coluna de hoje conta com o apoio do grafiteiro Matias Souza e da loja Guapísima. Clique e conheça:

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Leia também: Como começar a investir mesmo “sem ter” dinheiro?