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operação DARK CLOUD

Em operação contra abuso sexual infantil, PF prende acusado de armazenar material pornográfico envolvendo menores

As investigações começaram em agosto deste ano e, após cumprimento de mandado de busca e apreensão, uma pessoa foi presa em flagrante

Uma pessoa foi presa em flagrante pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira, 28, em Rio Branco, acusada de armazenar fotografias e vídeos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. A prisão ocorreu como parte da Operação Dark Cloud que visa combater o abuso sexual infantil pela Internet.

De acordo com a PF, as investigações começaram em agosto deste ano, com notícias de crime encaminhadas pelo National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) ao Serviço de Repressão aos crimes de ódio e pornografia infantil (SERCOPI) da Divisão de Repressão a Crimes cibernéticos da Polícia Federal em Brasília/DF que realizou o tratamento inicial das informações sobre a conduta delitiva e posteriormente as investigações foram aprofundadas pela delegacia especializada na Superintendência da Polícia Federal no Estado do Acre.

A Polícia Federal alerta que armazenar em aparelhos eletrônicos (celulares, computadores, entre outros) imagens e vídeos de cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo crianças ou adolescentes configura crime previsto no art. 241-B do Estatuto da Criança e Adolescente que prevê uma pena de reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa.

O nome da operação (Dark Cloud), em tradução livre do inglês para o português, significa “Nuvem sombria” (Foto: Ascom/PF)

Dark Cloud

O nome da operação (Dark Cloud), em tradução livre do inglês para o português, significa “Nuvem sombria”.

Este nome foi escolhido pois o investigado utilizava um serviço de “computação em nuvem” para armazenar e disponibilizar os arquivos contendo material de abuso sexual infantojuvenil.