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‘Ainda dá tempo de cumprir as promessas’, diz candidato acorrentado sobre convocação do Cadastro de Reserva da Polícia Civil

Jorge Orleanes está acampado em frente o Palácio Rio branco há oito dias, na esperança de que ele e os demais integrantes do Cadastro de Reserva da Polícia Civil sejam convocados

Acorrentado há oito dias em protesto pela convocação do Cadastro de Reserva da Polícia Civil do Acre, o estudante Jorge Orleanes pretende encerrar 2021 da mesma forma, à espera de um capítulo diferente para o drama que começou em 2017, quando o concurso foi realizado.

“Já são oito dias e até agora o governador não veio aqui e nem mandou nenhum representante. De acordo com ele [Gladson Cameli], não podeeria nos contratar por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas o Tribunal de Contas se mostrou favorável ao nosso caso, então pretendo ficar aqui até o fim do ano, até que o governador venha aqui, não é possível que até o fim do mês ele não venha aqui dialogar”, disse Orleanes.

Grupo continua acampado em frente o Palácio Rio Branco na esperança de ser convocado (Foto: Dell Pinheiro)

Apesar da alegação dos candidatos, o governo do Estado esclareceu recentemente que a decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apenas confirma que o Estado pode admitir ou contratar pessoal para reposição de vagas, as chamadas vacâncias, mesmo que o Poder ou Órgão esteja com o valor da despesa total com pessoal acima de 95% do limite legal. Sobretudo, o governo foi veemente ao dizer que não há vagas que possibilitem novas convocações.

“O mandato do governador ainda não acabou, ainda tem tempo de cumprir as promessas dele, o que a gente quer é diálogo, existe abertura na lei para a contratação da gente, sendo que nós estamos lutando para a ultima fase do nosso concurso, nós não queremos ser chamados de imediato, porque sabemos da necessidade do Estado, mas só queremos azer o curso de formação e sermos chamados aos poucos”, finalizou Jorge Orleanes que continua em frente o palácio Rio Branco.

Michelle Santos, também integrante do Cadastro de Reserva salientou: “São oito dias com o rapaz acorrentado. Nós estamos aqui, nosso colega está em uma situação desumana, estamos apenas reivindicando o que foi prometido, durante quatro anos foi alimentado dia após dia, então estamos aqui pedindo que o governador venha e cumpra sua promessa”, disse.

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