11 de janeiro de 2026
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • POLICIA
  • Geral
  • POLÍTICA
  • Colunas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

11 de janeiro de 2026
Sem resultados
View All Result
Jornal A Gazeta do Acre
Sem resultados
View All Result

Pesquisa da Ufac identifica fungos que combatem as larvas de mosquito da dengue

Descoberta pode auxiliar a reverter os altos índices de doenças provocadas pelo mosquito Aedes aegypti no país.

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
16/11/2023 - 08:28
Foto: Reuters/Paulo Whitaker

Foto: Reuters/Paulo Whitaker

Manda no zap!CompartilharTuitar

Um estudo de pesquisadores da Universidade Federal do Acre (Ufac) identificou um jeito natural de combater o Aedes aegypti: fungos. Três espécies da Amazônia são capazes de eliminar as larvas do mosquito causador de doenças como dengue, zika e chikungunya. O estudo foi publicado em 27 de outubro na revista científica Brazilian Journal of Biology.

A descoberta pode auxiliar a reverter os altos índices dessas doenças no país, em especial a dengue. Apesar de haver uma vacina aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) contra a enfermidade, ela ainda não foi incorporada ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Nativas da Amazônia, 23 espécies de fungo foram coletadas pelos pesquisadores para selecionar aqueles com potencial entomopatogênicos no Aedes Aegypti. Essa é uma característica que consiste na parasitação de insetos, causando a morte ou a incapacidade desses animais se alimentarem ou se reproduzirem.

RECEBA NOTÍCIAS NO CELULAR

Das 23 espécies de fungos analisadas, três demonstraram alto índice de eliminação de larvas do Aedes Aegypti em até cinco dias: Beauveria sp, Metarhizium anisopliae e M. anisopliae. Em condições laboratoriais, as taxas de eliminação das larvas foram de 100%, 80% e 95%, respectivamente.

As larvas foram colocadas em recipientes com água destilada e concentrações de conídios (esporos responsáveis pela reprodução dos fungos), para observar a eliminação dos mosquitos, além de um grupo controle imerso em água estéril.

Os fungos também foram aplicados a óleos minerais e vegetais – de andiroba, castanha-do-pará e copaíba –, para avaliar as taxas de mortalidade das larvas quando em contato com essas formulações. Nesses casos, apesar de apresentar índices menores que no aquoso, o mineral se mostrou como um bioinseticida alternativo, ao prolongar seu efeito no combate aos mosquitos em relação ao vegetal.

Ao analisar a ação dos fungos em condições semelhantes às encontradas nas cidades – criadouros em água parada em caixas d’água e tambores, ralos, garrafas e pneus, por exemplo –, os índices de eliminação de larvas foram diferentes.

A primeira reduziu a taxa de mortalidade das larvas até o quinto dia para 65%, mostrando-se menos eficiente do que em laboratório, mas ainda com um índice elevado, segundo a pesquisa. A segunda manteve o percentual apresentado no laboratório, enquanto a terceira aumentou para 90%. O experimento controle mostrou que, em condições normais, a mortalidade das larvas é de 10% no período.

Uma solução caseira

O uso de fungos nas larvas amazônicas — coletadas próximas a domicílios de Rio Branco, capital do Acre — teve como propósito buscar uma solução local para a incidência de casos das doenças.

Os nove estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins) totalizavam até 26 de outubro, data da última atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses, do Ministério da Saúde, mais de 75 mil casos de dengue, zika ou chikungunya.

Esse número é impulsionado pelas condições de chuva regional, tendo em vista que a Amazônia conta com um período de chuva demarcado, que costuma acontecer entre dezembro e julho. Isso porque o acúmulo de água parada em recipientes – como vasos de plantas e pneus – promove o aumento populacional dos mosquitos.

Além de ser uma solução regional, o uso dos fungos amazônicos também é uma iniciativa sustentável, como apresentado pelo engenheiro florestal e biólogo Gleison Rafael Mendonça à Agência Bori. Segundo o pesquisador principal, essa é uma forma de não contaminar as águas em que os mosquitos se reproduzem, o que acontece com o uso de inseticidas.

Leia matéria completa em Nexo

Nexo

Siga 'A Gazeta do Acre' nas redes sociais

  • Canal do Whatsapp
  • X (ex-Twitter)
  • Instagram
  • Facebook
  • TikTok



Anterior

Prazo para solicitar reaplicação do Enem termina nesta sexta-feira

Próxima Notícia

Prefeitura Municipal de Rio Branco – Acre – Avisos – 16/11/2023

Mais Notícias

URGENTE: motociclista morre após ser atropelado por caminhão boiadeiro em Xapuri
2º destaque

URGENTE: motociclista morre após ser atropelado por caminhão boiadeiro em Xapuri

11/01/2026
Foto: MARCELLO CASAL JR
3º destaque

Ligações por telefone fixo entre municípios do Acre ficam mais baratas a partir de maio de 2026

11/01/2026
Foto: Sabinevanerp/ Pixabay
Geral

Mais da metade das violações de direitos humanos no Acre ocorre dentro da casa da vítima

11/01/2026
Foto: Reprodução
Geral

Violência psicológica atingiu mais de 430 mulheres no Acre em 2025, aponta painel do CNJ

11/01/2026
As autoescolas já tem sofrido com as mudanças de regulamentação para emissão da CNH .Foto: Agência Brasília/Arquivo
4º destaque

Autoescolas do Acre enfrentam crise após novas regras e têm queda de até 70% no faturamento

11/01/2026
Barbeiro acreano é destaque em Portugal e conquista confiança de jogadores profissionais
2º destaque

Barbeiro acreano é destaque em Portugal e conquista confiança de jogadores profissionais

11/01/2026
Mais notícias
Próxima Notícia

Prefeitura Municipal de Rio Branco – Acre – Avisos – 16/11/2023

Associação pede que poder público repense pontos facultativos: 'prejudicam comércio'

Associação pede que poder público repense pontos facultativos: 'prejudicam comércio'

Jornal A Gazeta do Acre

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre

  • Expediente
  • Fale Conosco

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • Polícia
  • Geral
  • Política
  • Colunistas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
  • Receba Notícias no celular
  • Expediente
  • Fale Conosco

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre