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Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), no Acre, se mantém estável

Em todo o país, no entanto, este foi o menor nível desde o ano passado.

Assessoria por Assessoria
08/07/2024 - 12:00
Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), no Acre, se mantém estável
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Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) alcançou o menor nível para o mês de junho desde o ano passado. No estado do Acre, os números se mantiveram estáveis nos últimos três meses, com melhora em junho, quando alcançou 109,8 pontos.

A melhora, ainda segundo o divulgado, foi impulsionada principalmente pelos setores de bens não duráveis e semiduráveis, que registraram 116,5 e 115,9 pontos, respectivamente.

Segundo o assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, todos os segmentos do comércio, incluindo bens semiduráveis, não duráveis e duráveis, apresentaram resultados negativos. “A maior preocupação dos empresários concentra-se na situação econômica do negócio, influenciada pela desaceleração da taxa Selic e pelas restrições na concessão de créditos”, comentou.

Apesar do cenário geral negativo, alguns indicadores ainda apresentaram crescimento. Um deles é o índice de investimentos, que demonstra a intenção dos empresários em investir no crescimento e desenvolvimento dos seus negócios.

Já o setor de bens duráveis, como eletrodomésticos e móveis, apresentou baixa confiança, indicando a continuidade da tendência de queda para os próximos meses. “Contudo, esse indicador apresentou pequena sazonalidade em janeiro deste ano, causado pelas compras natalinas dedicadas a outros bens de consumo”, acrescentou Garó.

Em relação à economia do negócio, os empresários acreanos se mostraram mais confiantes do que em maio, com indicador na casa dos 63 pontos. O setor de atuação local também apresentou melhora, com 90,2 pontos, impulsionado principalmente pelo comércio de bens semiduráveis, que marcou 102,2 pontos.

As expectativas econômicas a curto prazo também são positivas, com destaque para o setor de bens não duráveis, que registrou 157,7 pontos. Já o setor de bens duráveis apresentou o menor indicador, com 142,9 pontos, indicando tendência de queda.

Garó acrescentou que esse último indicador, segundo dados da pesquisa, foi o menor desde junho do ano passado e indica, ainda, a tendência de queda do setor com relação a expectativas de curto prazo. “Esses resultados foram impulsionados pelo aumento de preços em todo o País de itens como alimentos e bebidas”, finalizou.

O Icec, que reflete a confiança dos empresários dos setores do comércio de bens duráveis, semiduráveis e não duráveis, sofreu uma queda de -0,5% nacionalmente, atingindo 106,1 pontos, impactado pelos desafios enfrentados no mercado de crédito.  Os principais motivos para a baixa confiança dos empresários são a desaceleração da taxa Selic e as restrições no crédito. As maiores quedas no ICEC foram observadas no setor de bens duráveis, como eletrônicos, móveis e decoração, enquanto o setor de bens semiduráveis, como roupas, tecidos e calçados, apresentou queda menor.

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Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) alcançou o menor nível para o mês de junho desde o ano passado. No estado do Acre, os números se mantiveram estáveis nos últimos três meses, com melhora em junho, quando alcançou 109,8 pontos.

A melhora, ainda segundo o divulgado, foi impulsionada principalmente pelos setores de bens não duráveis e semiduráveis, que registraram 116,5 e 115,9 pontos, respectivamente.

Segundo o assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, todos os segmentos do comércio, incluindo bens semiduráveis, não duráveis e duráveis, apresentaram resultados negativos. “A maior preocupação dos empresários concentra-se na situação econômica do negócio, influenciada pela desaceleração da taxa Selic e pelas restrições na concessão de créditos”, comentou.

Apesar do cenário geral negativo, alguns indicadores ainda apresentaram crescimento. Um deles é o índice de investimentos, que demonstra a intenção dos empresários em investir no crescimento e desenvolvimento dos seus negócios.

Já o setor de bens duráveis, como eletrodomésticos e móveis, apresentou baixa confiança, indicando a continuidade da tendência de queda para os próximos meses. “Contudo, esse indicador apresentou pequena sazonalidade em janeiro deste ano, causado pelas compras natalinas dedicadas a outros bens de consumo”, acrescentou Garó.

Em relação à economia do negócio, os empresários acreanos se mostraram mais confiantes do que em maio, com indicador na casa dos 63 pontos. O setor de atuação local também apresentou melhora, com 90,2 pontos, impulsionado principalmente pelo comércio de bens semiduráveis, que marcou 102,2 pontos.

As expectativas econômicas a curto prazo também são positivas, com destaque para o setor de bens não duráveis, que registrou 157,7 pontos. Já o setor de bens duráveis apresentou o menor indicador, com 142,9 pontos, indicando tendência de queda.

Garó acrescentou que esse último indicador, segundo dados da pesquisa, foi o menor desde junho do ano passado e indica, ainda, a tendência de queda do setor com relação a expectativas de curto prazo. “Esses resultados foram impulsionados pelo aumento de preços em todo o País de itens como alimentos e bebidas”, finalizou.

O Icec, que reflete a confiança dos empresários dos setores do comércio de bens duráveis, semiduráveis e não duráveis, sofreu uma queda de -0,5% nacionalmente, atingindo 106,1 pontos, impactado pelos desafios enfrentados no mercado de crédito.  Os principais motivos para a baixa confiança dos empresários são a desaceleração da taxa Selic e as restrições no crédito. As maiores quedas no ICEC foram observadas no setor de bens duráveis, como eletrônicos, móveis e decoração, enquanto o setor de bens semiduráveis, como roupas, tecidos e calçados, apresentou queda menor.

Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) alcançou o menor nível para o mês de junho desde o ano passado. No estado do Acre, os números se mantiveram estáveis nos últimos três meses, com melhora em junho, quando alcançou 109,8 pontos.

A melhora, ainda segundo o divulgado, foi impulsionada principalmente pelos setores de bens não duráveis e semiduráveis, que registraram 116,5 e 115,9 pontos, respectivamente.

Segundo o assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, todos os segmentos do comércio, incluindo bens semiduráveis, não duráveis e duráveis, apresentaram resultados negativos. “A maior preocupação dos empresários concentra-se na situação econômica do negócio, influenciada pela desaceleração da taxa Selic e pelas restrições na concessão de créditos”, comentou.

Apesar do cenário geral negativo, alguns indicadores ainda apresentaram crescimento. Um deles é o índice de investimentos, que demonstra a intenção dos empresários em investir no crescimento e desenvolvimento dos seus negócios.

Já o setor de bens duráveis, como eletrodomésticos e móveis, apresentou baixa confiança, indicando a continuidade da tendência de queda para os próximos meses. “Contudo, esse indicador apresentou pequena sazonalidade em janeiro deste ano, causado pelas compras natalinas dedicadas a outros bens de consumo”, acrescentou Garó.

Em relação à economia do negócio, os empresários acreanos se mostraram mais confiantes do que em maio, com indicador na casa dos 63 pontos. O setor de atuação local também apresentou melhora, com 90,2 pontos, impulsionado principalmente pelo comércio de bens semiduráveis, que marcou 102,2 pontos.

As expectativas econômicas a curto prazo também são positivas, com destaque para o setor de bens não duráveis, que registrou 157,7 pontos. Já o setor de bens duráveis apresentou o menor indicador, com 142,9 pontos, indicando tendência de queda.

Garó acrescentou que esse último indicador, segundo dados da pesquisa, foi o menor desde junho do ano passado e indica, ainda, a tendência de queda do setor com relação a expectativas de curto prazo. “Esses resultados foram impulsionados pelo aumento de preços em todo o País de itens como alimentos e bebidas”, finalizou.

O Icec, que reflete a confiança dos empresários dos setores do comércio de bens duráveis, semiduráveis e não duráveis, sofreu uma queda de -0,5% nacionalmente, atingindo 106,1 pontos, impactado pelos desafios enfrentados no mercado de crédito.  Os principais motivos para a baixa confiança dos empresários são a desaceleração da taxa Selic e as restrições no crédito. As maiores quedas no ICEC foram observadas no setor de bens duráveis, como eletrônicos, móveis e decoração, enquanto o setor de bens semiduráveis, como roupas, tecidos e calçados, apresentou queda menor.

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Segundo pesquisa da Confederação Nacional do Comércio (CNC), o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) alcançou o menor nível para o mês de junho desde o ano passado. No estado do Acre, os números se mantiveram estáveis nos últimos três meses, com melhora em junho, quando alcançou 109,8 pontos.

A melhora, ainda segundo o divulgado, foi impulsionada principalmente pelos setores de bens não duráveis e semiduráveis, que registraram 116,5 e 115,9 pontos, respectivamente.

Segundo o assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, todos os segmentos do comércio, incluindo bens semiduráveis, não duráveis e duráveis, apresentaram resultados negativos. “A maior preocupação dos empresários concentra-se na situação econômica do negócio, influenciada pela desaceleração da taxa Selic e pelas restrições na concessão de créditos”, comentou.

Apesar do cenário geral negativo, alguns indicadores ainda apresentaram crescimento. Um deles é o índice de investimentos, que demonstra a intenção dos empresários em investir no crescimento e desenvolvimento dos seus negócios.

Já o setor de bens duráveis, como eletrodomésticos e móveis, apresentou baixa confiança, indicando a continuidade da tendência de queda para os próximos meses. “Contudo, esse indicador apresentou pequena sazonalidade em janeiro deste ano, causado pelas compras natalinas dedicadas a outros bens de consumo”, acrescentou Garó.

Em relação à economia do negócio, os empresários acreanos se mostraram mais confiantes do que em maio, com indicador na casa dos 63 pontos. O setor de atuação local também apresentou melhora, com 90,2 pontos, impulsionado principalmente pelo comércio de bens semiduráveis, que marcou 102,2 pontos.

As expectativas econômicas a curto prazo também são positivas, com destaque para o setor de bens não duráveis, que registrou 157,7 pontos. Já o setor de bens duráveis apresentou o menor indicador, com 142,9 pontos, indicando tendência de queda.

Garó acrescentou que esse último indicador, segundo dados da pesquisa, foi o menor desde junho do ano passado e indica, ainda, a tendência de queda do setor com relação a expectativas de curto prazo. “Esses resultados foram impulsionados pelo aumento de preços em todo o País de itens como alimentos e bebidas”, finalizou.

O Icec, que reflete a confiança dos empresários dos setores do comércio de bens duráveis, semiduráveis e não duráveis, sofreu uma queda de -0,5% nacionalmente, atingindo 106,1 pontos, impactado pelos desafios enfrentados no mercado de crédito.  Os principais motivos para a baixa confiança dos empresários são a desaceleração da taxa Selic e as restrições no crédito. As maiores quedas no ICEC foram observadas no setor de bens duráveis, como eletrônicos, móveis e decoração, enquanto o setor de bens semiduráveis, como roupas, tecidos e calçados, apresentou queda menor.

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