O Acre registrou uma redução de 27,8% nos casos prováveis de chikungunya em 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo o boletim epidemiológico, divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e com dados referentes até o último dia 5 de julho, foram 143 casos prováveis, com 32 confirmações laboratoriais (22,2%). Apesar da queda, a vigilância segue essencial, principalmente em áreas com histórico da doença.
A Regional do Juruá concentrou 68,5% das notificações, com destaque para Cruzeiro do Sul, que registrou 98 casos. Em contraste, o Baixo Acre teve uma redução expressiva de 81,8%, com apenas nove registros em Rio Branco — uma queda de 89,8%. Já o Alto Acre teve um leve aumento (33,3%), com notificações em Assis Brasil e Epitaciolândia.
A maioria dos casos atinge homens (52,8%) e adultos entre 35 e 49 anos, faixa considerada economicamente ativa. A Sesacre reforça a necessidade da eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, uso de repelente e busca por atendimento médico imediato diante de sintomas como febre alta e dores articulares intensas.
Em 2024, o estado havia registrado 198 casos prováveis.