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Registros cerebrais de demência podem ajudar a prevenir e a tratar os sintomas

Pesquisadores identificam, no cérebro, níveis alterados de substâncias químicas associados ao risco futuro de demência. O desequilíbrio foi identificado em idosos com hábitos poucos saudáveis.

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
10/08/2025 - 16:30
Imagens dos cérebros de 79 idosos: cientistas mensuraram a concentração de três neuroquímicos em áreas-chave do órgão - (crédito: University of the Sunshine Coast/Divulgação)

Imagens dos cérebros de 79 idosos: cientistas mensuraram a concentração de três neuroquímicos em áreas-chave do órgão - (crédito: University of the Sunshine Coast/Divulgação)

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Escolhas cotidianas — como padrões de sono, atividade física, alimentação e vida social — podem deixar rastros químicos no cérebro ligados ao risco futuro de demência, mesmo em indivíduos sem sintomas de perda cognitiva. A descoberta, publicada na revista Cerebral Cortex, é da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, e, segundo os autores, abre caminho para estratégias preventivas mais precoces.

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A pesquisa examinou 79 idosos cognitivamente saudáveis para investigar se o estilo de vida influencia sinais neuroquímicos precoces relacionados à demência. No ano passado, a Comissão Lancet sobre Demência — um painel de cientistas independentes — estimou que até 45% dos casos de comprometimento cognitivo associado à idade podem ser prevenidos com a adoção de hábitos saudáveis.

Com o exame de imagem ressonância magnética com espectroscopia (MRS), os cientistas mensuraram a concentração de determinados neuroquímicos em áreas-chave do cérebro: o GABA, que atua como um “sistema de freio”, regulando a atividade neuronal, e as substâncias tNAA e tCho, associadas à saúde e comunicação dos neurônios. As medições ocorreram no córtex sensório-motor, responsável por funções de movimento e sensação, e no córtex pré-frontal, essencial para decisões complexas e planejamento.

Movimento

“Descobrimos que pontuações mais altas de risco de demência modificável estavam associadas a menores concentrações de GABA em regiões do cérebro ligadas ao movimento e à percepção sensorial”, disse, em nota, Jacob Levenstein, autor principal. Além disso, no córtex pré-frontal, pessoas com risco elevado de demência tinham níveis mais baixos de tNAA e tCho.

“Essas substâncias químicas são detectadas mesmo em cérebros considerados saudáveis, sem prejuízos cognitivos ou comportamentais aparentes”, destacou Levenstein. Segundo o pesquisador, os resultados sugerem que escolhas de estilo de vida pouco saudáveis podem prejudicar a capacidade do cérebro de se autorregular.

Os autores observam, no estudo, que os três marcadores neuroquímicos foram identificados em idosos saudáveis. Isso significa que eles podem desempenhar um papel fundamental na detecção precoce da demência, anos antes de os primeiros sintomas surgirem, oferecendo uma vantagem para a prevenção e a atuação médica. “Esses fatores são modificáveis. Você pode adotar escolhas simples todos os dias que melhoram significativamente sua trajetória cerebral”, reforça a coautora do artigo, Sophie Andrews, que recomenda atividade física, melhorar a qualidade do sono, cuidar da saúde mental e seguir uma dieta estilo mediterrâneo.

Sono

“Cuidar do cérebro não exige fórmulas mirabolantes. São atitudes simples, feitas com constância, que constroem uma mente mais forte e resiliente”, concorda a neurocirurgiã Danielle de Lara, de Blumenau (SC). A médica recomenda ao menos sete horas de sono: “Ele é o momento em que o cérebro organiza aprendizados, remove toxinas e se regenera”, explica (veja quadro nesta página).

Com o envelhecimento global, a demência afeta aproximadamente 55 milhões de pessoas, podendo triplicar até 2050. O estudo publicado na revista Cerebral Cortex reforça que os fatores de risco não se manifestam apenas na cognição prejudicada, mas deixam vestígios neuroquímicos anos antes disso.

Os autores observam que o estudo, porém, é transversal — ele identifica associações, não causalidade. Para validar o potencial dos marcadores como sinais precursores, os pesquisadores pretendem acompanhar os participantes ao longo dos anos para observar se quem tem as alterações químicas desenvolverá um quadro clínico de demência. Se confirmada, a descoberta contribuirá para o desenvolvimento de biomarcadores precoces e personalizados, alegam.

Conexões fortalecidas

Segundo a neurocirurgiã Danielle de Lara, boas escolhas diárias são a chave para preservar a saúde cerebral e afastar doenças como a demência e o Alzheimer. A médica destaca cinco hábitos que ajudam no bom funcionamento do cérebro.

Sono: “O sono não é um descanso qualquer. Ele é o momento em que o cérebro organiza aprendizados, remove toxinas e se regenera”, diz Danielle de Lara. “Além disso, estudos mostram que dormir menos de sete horas por noite aumenta o risco de declínio cognitivo.”

Alimentação: frutas, vegetais, azeite de oliva, castanhas e peixes como salmão e sardinha são aliados da saúde cerebral. “Além disso, alimentos ricos em colina, como ovos e brócolis, foram associados a menor risco de Alzheimer em estudos recentes com idosos”, reforça a neurocirurgiã.

Atividade físicas: atividades aeróbicas e de força estimulam a produção de substâncias que fortalecem as conexões entre os neurônios, o que ajuda a proteger e melhorar o humor.

Atividade mental: ler, aprender um idioma, tocar um instrumento ou até sair da rotina estimulam o cérebro a formar novas conexões. “A neuroplasticidade é a capacidade do cérebro de se reinventar. E ela só se ativa quando saímos do piloto automático”, orienta a médica.

Vínculos: “A ciência já mostrou que vínculos sociais fortes reduzem o risco de demência. A solidão e o isolamento afetam diretamente a saúde cerebral. Relações saudáveis são um alimento poderoso para a mente”, lembra a neurocirurgiã.

Por Correio Braziliense

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