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Estelionato animal: formiga parasita engana operárias para ser rainha

A descoberta foi realizada por pesquisadores que simularam o estelionato feito pelas formigas parasitas em laboratório.

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
20/11/2025 - 14:45
Foto: Divulgação/Keizo Takasuka/Universidade de Kyushu

Foto: Divulgação/Keizo Takasuka/Universidade de Kyushu

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Pesquisadores japoneses descobriram que formigas parasitas podem invadir colônias, enganar as operárias e fazê-las eliminar a rainha verdadeira para tomar o trono. O estudo liderado pelo biólogo Keizo Takasuka, da Universidade de Kyushu, no Japão, foi publicado na revista científica Current Biology nessa segunda-feira (17/11).

Para cometer o “estelionato animal”, as parasitas borrifam ácido fórmico na rainha, colocando as outras formigas contra ela por acharem que é uma invasora.

“O odor da rainha é eliminado pelo ácido fórmico e, em um instante, o indivíduo que as operárias mais precisam proteger se transforma uma ameaça feroz. Tanto para a rainha hospedeira quanto para as operárias, é um verdadeiro pesadelo”, explica Takasuka, em entrevista ao portal Live Science.

As espécies invasoras estudadas foram a Lasius orientalis e Lasius umbratus. Ao invés de construírem o seu próprio reinado, elas preferiram atacar os ninhos de outros exemplares do inseto, como a Lasius flavus e Lasius japonicus. Com a rainha fora do comando, as operárias passam a trabalhar para a parasita.

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Teste do estelionato animal

Não é novidade que formigas parasitas se camuflam em outras colônias através de odores “roubados”. Ao ficar com o cheiro parecido, a invasora permanece tranquilamente na moradia, visto que a visão dos insetos é limitada e o ninho é escuro, aumentando a dependência do odor para reconhecimento e tomada de decisões.

O que ainda era desconhecido para os cientistas era como a impostora convencia as filhas a matarem a própria mãe. Para isso, os pesquisadores simularam cenários em laboratório: o primeiro passo foi colocar a invasora junto das operárias e casulos para “adquirir” o aroma do local. Em seguida, uma L. orientalis foi alocada em um ninho de L. flavus, enquanto uma L. umbratus foi para o reinado de uma L. japonicus.

Já camuflada com o cheiro, a impostora era aceita pelas operárias, que abriam caminho em direção à rainha. Tudo era meticulosamente armado: a impostora borrifava a rainha verdadeira com fluido abdominal e rapidamente recuava, enquanto as trabalhadoras se rebelavam contra a mãe.

Se a rainha sobrevivesse aos primeiros ataques, a invasora voltava a jogar o fluido até que ela fosse morta e desmembrada, abrindo caminho para um novo reinado.

Após tomar o trono, a parasita coloca seus ovos e as trabalhadoras enganadas começam a cuidar da prole nova. Com o tempo, as operárias mais velhas morrem e a população passa a ser composta apenas por descendentes da impostora.

O ato das crias matarem a mãe é um comportamento conhecido como matricídio e é algo bastante incomum na natureza. Novas pesquisas serão realizadas para saber se o estelionato animal é encontrado em outros insetos além das formigas.

Por Metrópoles

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