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Maior iceberg do mundo está prestes a entrar em colapso, afirma Nasa

A-23A se separou da Antártida em 1986. Na época, ele media 4 mil km² - para efeito de comparação, mais que o dobro da área da cidade de São Paulo (1.521 km²) e perto da área do Distrito Federal (5,8 mil km²).

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
11/01/2026 - 14:45
Imagem do satélite Sentinel-3 mostra o iceberg A23a cercado por blocos menores de gelo, indício de sua fragmentação no Atlântico Su - (crédito: Divulgação / Agência Espacial Europeia)

Imagem do satélite Sentinel-3 mostra o iceberg A23a cercado por blocos menores de gelo, indício de sua fragmentação no Atlântico Su - (crédito: Divulgação / Agência Espacial Europeia)

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A Nasa, agência aeroespacial dos Estados Unidos, divulgou na última quinta-feira, 8, uma imagem do maior iceberg do mundo, o A-23A, prestes a entrar em colapso, em algum lugar no Oceano Atlântico Sul entre o leste do continente sul-americano e as ilha da Geórgia do Sul.

O A-23A se separou da Antártida em 1986. Na época, ele media 4 mil km² – para efeito de comparação, mais que o dobro da área da cidade de São Paulo (1.521 km²) e perto da área do Distrito Federal (5,8 mil km²). Desde então, o iceberg foi perdendo massa até chegar a 1.181 km², próximo à área da cidade do Rio de Janeiro (1,2 mil km²).

Na imagem do satélite, captada em 26 de dezembro, é possível ver as partes que restaram do iceberg encharcadas, com extensas poças de água azul derretida visíveis em sua superfície.

No dia seguinte, um astronauta na Estação Espacial Internacional captou uma imagem mais aproximada que mostrava poças ainda maiores.

As áreas “azuis” são provavelmente o resultado de eventos de desintegração contínuos, explicou Ted Scambos, pesquisador sênior da Universidade do Colorado, ao site da Nasa. “Você tem o peso da água dentro das rachaduras no gelo, forçando-as a se abrirem”.

Também é possível observar uma fina linha branca ao redor da borda externa do iceberg, que parece reter a água azul derretida – um padrão de “baluarte-fosso” causado por uma curvatura do iceberg à medida que suas bordas derretem na linha dágua.

A imagem do satélite sugere que o iceberg tem uma fissura, o que pode ser o resultado do que o cientista aposentado da Universidade de Maryland, Chris Shuman, descreveu como “uma explosão”, em que o peso da água acumulada no topo teria criado pressão suficiente nas bordas do A-23A para perfurá-las. A “explosão” teria permitido que a água derretida se espalhasse por dezenas de metros até a superfície do oceano.

Os cientistas dizem que esses sinais indicam que o iceberg pode estar a poucos dias ou semanas de se desintegrar completamente. “Certamente não espero que o A-23A dure até o fim do verão do hemisfério Sul”, disse Shuman. Ele já está em águas com cerca de 3 graus Celsius e sendo empurrado por correntes que o levam para águas ainda mais quentes, que o corroerão rapidamente.

Mesmo para os padrões da Antártida, o A-23A teve uma jornada longa e sinuosa, repleta de capítulos inesperados que melhoraram a compreensão dos cientistas sobre os megaicebergs. Depois de ficar encalhado nas águas rasas do Mar de Weddell por mais de 30 anos, o A-23A se soltou em 2020 e passou vários meses em um vórtice oceânico giratório chamado coluna de Taylor.

Ele acabou girando e se dirigindo para o norte, quase colidindo com a ilha da Geórgia do Sul e ficando preso em águas rasas por vários meses antes de escapar para o oceano aberto, onde se fragmentou rapidamente ao longo de 2025.

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Ao site da Nasa, os cientistas que acompanharam o iceberg durante toda a sua “vida” disseram ter um sentimento agridoce com o desaparecimento iminente.

“Estou incrivelmente grato por termos tido os recursos de satélite que nos permitiram acompanhá-lo e documentar a sua evolução tão de perto. O A-23A enfrenta o mesmo destino que outros icebergs antárticos, mas o seu percurso foi notavelmente longo e cheio de acontecimentos. É difícil acreditar que ele não estará mais conosco por muito tempo”, disse Shuman.

Por Correio Braziliense

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