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Desmatamento faz mosquitos picarem humanos com mais frequência

Estudo feito na Mata Atlântica mostra que perda de biodiversidade leva mosquitos a buscar mais sangue humano e eleva o risco de doenças

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
15/01/2026 - 13:30
Foto: Joao Paulo Burini/Getty Images

Foto: Joao Paulo Burini/Getty Images

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O avanço do desmatamento na Mata Atlântica está mudando o comportamento dos mosquitos e aproximando os insetos cada vez mais das pessoas.

Um estudo publicado nessa quarta-feira (14/1) na revista Frontiers in Ecology and Evolution mostra que, à medida que a biodiversidade diminui, espécies que antes se alimentavam de diferentes animais passam a recorrer com mais frequência ao sangue humano.

A pesquisa foi conduzida por cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e analisou populações de mosquitos em áreas preservadas e fragmentadas do bioma. Os resultados indicam que a presença humana crescente em regiões antes florestais altera a dinâmica natural de alimentação desses insetos, com implicações diretas para a saúde pública.

“Mostramos que as espécies de mosquitos capturadas em remanescentes da Mata Atlântica têm uma clara preferência por se alimentar de humanos”, afirma o biólogo Jerónimo Alencar, do IOC/Fiocruz, em comunicado.
Segundo ele, o resultado chama atenção por surgir em um ambiente que ainda concentra uma grande diversidade de animais que poderiam servir como fonte de alimento para esses insetos.

Preferência por humanos

Para investigar de onde vinha o sangue ingerido pelos mosquitos, a equipe instalou armadilhas luminosas em duas reservas naturais do estado do Rio de Janeiro, a Reserva Sítio Recanto e a Reserva Ecológica do Rio Guapiaçu. Ao todo, foram coletados 1.714 mosquitos de 52 espécies diferentes.

Entre os indivíduos capturados, 145 fêmeas apresentavam sinais de alimentação recente. A análise genética permitiu identificar a origem do sangue em 24 delas. Dessas refeições, 18 tiveram origem humana, enquanto as demais vieram de aves, um anfíbio, um roedor e um canídeo.

Os pesquisadores também observaram casos de alimentação mista. Um mosquito da espécie Cq. venezuelensis havia se alimentado tanto de um anfíbio quanto de um humano. Já indivíduos de Cq. fasciolata apresentaram combinações envolvendo aves, roedores e pessoas.

“O comportamento dos mosquitos é complexo. Mesmo quando existem preferências naturais, a disponibilidade e a proximidade do hospedeiro acabam pesando muito na escolha”, diz Alencar.

Desmatamento e risco de doenças

O aumento das picadas em humanos preocupa porque os mosquitos atuam como vetores de diversos vírus. Nas áreas analisadas, circulam agentes causadores de doenças como febre amarela, dengue, zika, chikungunya, mayaro e vírus sabiá.

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Para o pesquisador Sergio Machado, da UFRJ, a explicação está ligada à perda de opções naturais. “Com o desmatamento e a redução da fauna silvestre, os mosquitos ficam com menos alternativas de alimentação. Acabam se alimentando mais de humanos por conveniência, já que somos os hospedeiros mais comuns nessas áreas”, conclui.

Por: Metrópoles

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