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“Acreanidade”: feira une identidade regional e economia criativa no Centro de Rio Branco

"Acreanidade": feira une identidade regional e economia criativa no Centro de Rio Branco

A Praça dos Povos da Floresta, no coração da capital acreana, será o palco de um resgate cultural e econômico com a estreia da Acreanidade – Feira de Economia Criativa e Circular”. O evento, que acontece nos próximas dias quinta-feira, 29, sexta-feira, 30 e sábado, 31, nasce de um movimento coletivo para revitalizar o centro da cidade e valorizar o que é genuinamente local.

Fruto de uma parceria entre a Associação de Mulheres Empreendedoras – Elas Fazem Acontecer Acre, a empresária Izanelda Magalhães, da Nanê Sorvetes, e a Associação Comercial, Industrial, de Serviço e Agrícola de Rio Branco (ACISA), a feira é resultado do projeto “Revitalização do Centro de Rio Branco/AC: Comércio Forte, Cultura e Cidade Viva”.

Segundo Lidianne Cabral, uma das organizadoras e coordenadoras da Associação, o projeto foca no fortalecimento do empreendedorismo feminino e no olhar humanizado sobre o espaço público.

Sabor, moda e cultura

A programação foi desenhada para abraçar o cotidiano acreano. Com 25 empreendedoras de pequenos negócios, a feira oferecerá:

"Acreanidade": feira une identidade regional e economia criativa no Centro de Rio BrancoUm olhar humanizado sobre o Centro

Um dos diferenciais da Acreanidade é a preocupação social. Em parceria com o Ministério Público e o Observatório de Gênero, as empreendedoras passaram por um treinamento para desenvolver um olhar acolhedor e humanizado em relação às pessoas em situação de rua que frequentam a praça.

“Não é o papel delas fazer o acolhimento direto, mas queremos que tenham esse olhar sensível para a cidade e para as pessoas que entendem aquele local como sua morada”, explica Lidianne Cabral.

O evento conta com o apoio estratégico da Prefeitura de Rio Branco, Governo do Estado, Sebrae, Assembleia Legislativa e o Escritório do Ministério da Cultura (MinC) no Acre, consolidando um esforço conjunto entre instituições e o coletivo “Cultura na Praça”.

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