O Bolsa Família segue em 2026 como um dos principais apoios financeiros para milhões de brasileiros em situação de vulnerabilidade. Com novos cadastros sendo abertos ao longo do ano, cresce a busca por informações sobre quem pode receber, como fazer a inscrição e quais são as regras para entrar no programa. A boa notícia é que o processo continua gratuito e acessível, especialmente para quem mantém o Cadastro Único atualizado.
Quem pode receber o Bolsa Família em 2026?
Para entrar no programa, a família precisa ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa e estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico). Também é necessário cumprir compromissos básicos, como manter crianças e adolescentes na escola, vacinação em dia e acompanhamento de gestantes durante o pré-natal.
Mesmo quem trabalha informalmente ou não tem renda fixa pode solicitar o benefício, desde que se enquadre no limite exigido.
Como fazer a inscrição?
O primeiro passo é procurar o CRAS (Centro de Referência de Assistência Social) mais próximo da residência. No local, o responsável familiar deve apresentar documentos pessoais e participar de uma entrevista social. Após isso, os dados entram em análise pelo governo federal.
Vale lembrar: estar no CadÚnico não garante entrada imediata no Bolsa Família, já que a seleção acontece mensalmente, conforme a disponibilidade de recursos.
Quando o dinheiro começa a cair?
Após a aprovação, os pagamentos seguem o calendário oficial do Bolsa Família, organizado de acordo com o final do NIS. Os depósitos costumam ocorrer nos últimos 10 dias úteis de cada mês. O cronograma completo de 2026 ainda será divulgado.
Quanto é pago pelo Bolsa Família em 2026?
O valor mínimo continua em R$ 600 por família, mas pode aumentar conforme a composição do lar. Há adicionais para crianças, adolescentes, gestantes e bebês, o que permite que famílias maiores recebam valores acima do piso.
Quem já recebe precisa se cadastrar de novo?
Não. Quem já é beneficiário não precisa fazer nova inscrição, mas deve manter o CadÚnico atualizado a cada dois anos ou sempre que houver mudanças na renda, endereço ou número de moradores. A falta de atualização pode levar à suspensão do pagamento.
Com informações do FDR






