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Regionais do Purus/Iaco e Alto Acre figuram como as mais seguras para mulheres, sem feminicídios em 2024 e 2025

Estado foi na contramão da resultado obtido pelas duas regionais, com um aumento de 75% nos casos entre os mesmos anos.

Vitor Paiva por Vitor Paiva
25/01/2026 - 15:30
Equipe do IML remove corpo de Ionara Nazaré. Ela foi vítima de feminicídio no bairro Mocinha Magalhães (Foto: A Gazeta do Acre)

Equipe do IML remove corpo de Ionara Nazaré. Ela foi vítima de feminicídio no bairro Mocinha Magalhães (Foto: A Gazeta do Acre)

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As regionais de Purus/Iaco e Alto Acre não registraram mortes por feminicídio em 2024 e 2025, conforme dados da Polícia Civil do Estado do Acre sobre a violência letal contra mulheres. No período analisado, as duas regiões aparecem como as únicas do estado sem ocorrências do crime, enquanto outras áreas concentraram todos os registros.

Em 2024, o Acre contabilizou oito feminicídios, distribuídos principalmente entre a capital e municípios do interior. Em 2025, o número subiu para 14 casos, com ampliação da interiorização das ocorrências. Ainda assim, Purus/Iaco e Alto Acre mantiveram índice zero nos dois anos, diferentemente de regionais como Rio Branco, Bujari e Porto Acre, Tarauacá e Envira, Juruá e Baixo Acre, que apresentaram registros em pelo menos um dos anos.

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A regional de Rio Branco, Bujari e Porto Acre concentrou o maior número de casos no período, com cinco registros em 2024 e seis em 2025. Em seguida aparecem Tarauacá e Envira, com três casos em cada ano, e o Juruá, que passou de nenhum registro em 2024 para três em 2025. O Baixo Acre não teve casos em 2024, mas contabilizou dois em 2025.

No recorte municipal, Rio Branco liderou os registros nos dois anos, com cinco feminicídios em 2024 e quatro em 2025. Em 2024, Feijó ocupou a segunda posição, com dois casos. Já em 2025, Cruzeiro do Sul e Tarauacá apareceram em seguida, com duas ocorrências cada.

Já o cenário das regionais Purus/Iaco e Alto Acre permaneceu sem registros, mesmo diante do aumento estadual de 75% no número de feminicídios entre 2024 e 2025. Enquanto o interior do estado concentrou 10 das 14 mortes em 2025, nenhuma delas ocorreu nessas duas regionais.

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