Um projeto de reciclagem de resíduos plásticos começa a ser implantado em Rio Branco com a proposta de mudar a destinação do lixo sólido produzido na capital. A iniciativa prevê a aquisição de uma Usina de Termoplásticos, que irá processar materiais como garrafas PET, sacolas plásticas, isopor e outros resíduos, transformando-os em novos produtos reutilizáveis.
Segundo informações divulgadas pela gestão municipal, o projeto tem como referência experiências já adotadas em municípios de Santa Catarina e passa a ser implementado em Rio Branco como projeto piloto. A usina terá capacidade para processar cerca de 4 toneladas de resíduos plásticos por dia, reduzindo o volume encaminhado ao aterro sanitário.
O prefeito Tião Bocalom afirmou que todo o material que hoje é descartado como lixo poderá ser reaproveitado. “Tudo aquilo que antes era lixo vai se transformar em material para ser utilizado. Vamos produzir peças quadradas e tábuas, o que chamamos de madeira plástica. É um projeto que conhecemos em Santa Catarina e que agora estamos trazendo para Rio Branco. A usina terá capacidade de processar cerca de 4 toneladas de material plástico por dia, como garrafas PET, sacolas e isopor”, disse.
A iniciativa envolve a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a Empresa Municipal de Urbanização de Rio Branco e o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos (CINRESO), que reúne 22 municípios acreanos.
De acordo com o coordenador do consórcio, Emerson Leão, a estrutura da usina será instalada na sede da Emurb, onde será construído um galpão específico para abrigar a máquina de termoplásticos. “Essa máquina já é bastante utilizada em Santa Catarina e vai processar todo o resíduo plástico gerado no município, evitando que esse material seja encaminhado ao aterro sanitário”, explicou.
Segundo ele, os produtos fabricados poderão ser utilizados pelo próprio município em obras e espaços públicos. “A intenção é fabricar tijolos, meios-fios, estacas e outros itens que poderão ser usados em locais como o Parque Chico Mendes, o Horto Florestal e trilhas de caminhada. Tudo isso será produzido a partir de resíduos gerados nas residências da população”, completou.







