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Venezuelano acolhido em Rio Branco relata crise no país e diz que sonho é voltar com dignidade: “o povo não pode sofrer”

Há três meses no Acre, Nahum Soliz afirma que instabilidade política e social afeta famílias há décadas e mantém esperança de mudanças para que o filho conheça a Venezuela.

Vitor Paiva por Vitor Paiva
05/01/2026 - 11:03
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Venezuelano acolhido em Rio Branco relata crise no país e diz que sonho é voltar com dignidade: “o povo não pode sofrer”
Venezuelano Nahum Soliz está na Casa de Apoio ao Venezuelanos em Rio Branco – Foto: Vitor Paiva

O venezuelano Nahum Soliz, de 43 anos, acolhido em Rio Branco, falou sobre a atual situação da Venezuela e os impactos da crise política, econômica e social que, segundo ele, afeta o país há mais de duas décadas. Há três meses no Brasil, ele vive atualmente com o filho, um bebê que ainda não conhece a terra natal da família, na Casa de Apoio ao Venezuelanos, na capital acreana.

Nahum afirmou que a Venezuela enfrenta um período prolongado de instabilidade, que comprometeu não apenas a economia, mas também a estrutura social. “A nossa nação viveu um processo de 25 anos de ditadura, o que tem afetado a economia e também o sistema social. Tem afetado a família, tem afetado o lar”, relatou.

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Segundo ele, o desejo da maioria dos venezuelanos que migraram é retornar ao país de origem, desde que haja mudanças estruturais. “O desejo do nosso coração e de todos os emigrantes venezuelanos é voltar à sua nação, mas uma nação com princípios, valores, respeito e tolerância”, afirmou.

O venezuelano destacou ainda que a repressão política impede a liberdade de expressão. “Em minha nação não se pode falar publicamente do sistema de governo porque a pessoa é reprimida e dominada pelo poder que atualmente rege”, disse.

Para Nahum, a saída de Nicolás Maduro representa a possibilidade de mudanças. Ele também mencionou declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre assumir o controle do país durante um processo de transição política, enquanto aguarda um desfecho considerado positivo.

Nahum ressaltou o potencial econômico da Venezuela, citando a riqueza em petróleo e minerais, como a bauxita, e questionou o êxodo de milhões de cidadãos. “Como um país tão rico pode viver em tanta miséria, em tanta decadência?”, indagou.

Ele relatou dificuldades enfrentadas pela população ao longo dos últimos anos, como o fechamento de universidades, a falta de acesso ao ensino superior, a precariedade do sistema de saúde e a escassez de insumos hospitalares. “Hospitais danificados, fechados, colapsados pela situação, mulheres dando à luz nas portas dos hospitais porque não têm recursos”, afirmou.

O venezuelano também criticou os efeitos de projetos políticos que, segundo ele, empobreceram a população. “O povo não precisa de regalias, o povo precisa de trabalho e um salário adequado”, disse. Para Nahum, dignidade, respeito e tolerância são essenciais para a reconstrução do país. Ele concluiu afirmando que mantém a esperança de um futuro melhor e de que seu filho possa conhecer a avó na Venezuela.

Nahum Soliz comentou ainda sobre o papel dos Estados Unidos no cenário internacional e o temor gerado em outros países da América Latina.

“Os Estados Unidos, de alguma maneira, tomou posse de algumas nações arbitrariamente, pelo domínio ou controle militar que possuem, e isso gera temor. Muitos países sentem medo de que, assim como tomaram Maduro da Venezuela, possam fazer com qualquer presidente da América Latina. Mas eu penso que, quando uma nação está sendo destruída por seu sistema político, tem que haver alguém que faça algo, porque o povo não pode sofrer, os filhos não podem sofrer, a família não pode sofrer o dano de um sistema político que destrói e não beneficia a população”, afirmou.

 

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