O senador Márcio Bittar (PL/AC) foi o primeiro membro do Senado a se unir ao protesto “Caminhada pela Liberdade”, encabeçado pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL/MG). A mobilização teve início nesta segunda-feira, 19, partindo de Paracatu (MG) com destino a Brasília (DF). O percurso de mais de 200 km tem previsão de chegada para o próximo domingo, 25.
Em suas redes sociais, Bittar falou sobre a decisão em integrar o movimento. “Do Acre, em nome do Brasil, cancelei minhas viagens deste mês de janeiro para participar com o deputado Nikolas e outros colegas dessa caminhada. É um gesto em prol da liberdade dos que consideramos presos políticos no Brasil”, afirmou o parlamentar.
O senador defende que o ex-presidente Jair Bolsonaro, detido preventivamente desde novembro de 2025, bem como os detidos pelos atos de 8 de janeiro, são alvo de perseguição. “O presidente Bolsonaro e os demais presos são prisioneiros políticos que estão pagando por crimes que não cometeram”, declarou Bittar.
Embora Bolsonaro tenha sido condenado pelo STF a uma pena de 27 anos e 3 meses por crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado, a prisão atual mantém caráter preventivo enquanto os recursos processuais avançam.
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