6 de fevereiro de 2026
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • POLICIA
  • Geral
  • POLÍTICA
  • Colunas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
Jornal A Gazeta do Acre

GAZETA 93,3FM Ouça agora

6 de fevereiro de 2026
Sem resultados
View All Result
Jornal A Gazeta do Acre
Sem resultados
View All Result

“Disseram que era estresse”, diz mulher após anos com sinais de câncer

Depois de anos de diagnósticos errados, a britânica Karie Ivory, de 52 anos, alerta para sintomas pouco conhecidos de câncer neuroendócrino

A Gazeta do Acre por A Gazeta do Acre
06/02/2026 - 15:15
Foto: Reprodução / Facebook

Foto: Reprodução / Facebook

Manda no zap!CompartilharTuitar

Durante anos, a britânica Karie Ivory, hoje com 52 anos, conviveu com sintomas considerados comuns: tosse seca persistente, azia, dores abdominais e cansaço. As queixas eram recorrentes, mas não despertavam suspeitas de algo mais sério.

Somente após uma longa investigação médica veio o diagnóstico correto: câncer neuroendócrino, um tipo raro de tumor que ainda é pouco conhecido e frequentemente identificado tardiamente.

A história de Karie faz parte de um novo relatório da organização Neuroendocrine Cancer UK, que alerta para o atraso no diagnóstico e para a falta de informação sobre a doença.

Um câncer de difícil diagnóstico

O câncer neuroendócrino se desenvolve em células produtoras de hormônios, presentes em vários órgãos do corpo, como pulmões, intestino e pâncreas. Por isso, os sintomas variam bastante e costumam se confundir com problemas comuns, o que dificulta o reconhecimento precoce.

RECEBA NOTÍCIAS NO CELULAR

De acordo com o relatório da Neuroendocrine Cancer UK, o tempo médio entre o início dos sintomas e o diagnóstico correto é de 4 anos e meio. No caso de Katie, o intervalo foi menor, mas ainda significativo.

“De certa forma, fui uma das pessoas sortudas. Levei apenas 15 meses para ser diagnosticada. E fui diagnosticada com câncer em estágio 3, em vez de estágio 4”, contou Karie pelas redes sociais.

Mesmo assim, o atraso deixou dúvidas sobre o impacto do tempo perdido.“Sempre existiu uma parte de mim que se perguntava se, ‘caso meu câncer tivesse sido detectado mais cedo, eu estaria livre dele e seguindo com a minha vida agora?’”, lembrou.

Erros médicos e sinais desconsiderados

Antes do diagnóstico, Karie procurou atendimento médico diversas vezes. Suas queixas foram atribuídas a condições como asma, refluxo, gotejamento pós-nasal e síndrome do intestino irritável. Em nenhum momento, segundo ela, houve uma investigação mais aprofundada.

“Meu clínico geral ignorou repetidamente minhas preocupações. Disseram que eu era uma mãe trabalhadora estressada e que meus sintomas não eram sinais de alerta”, disse. Com o tempo, ficou claro que os sintomas não eram passageiros nem inofensivos.

Apesar de pouco conhecido, o câncer neuroendócrino não é tão raro quanto parece. No Reino Unido, uma pessoa é diagnosticada com a doença a cada 90 minutos, segundo dados citados no relatório.

Ainda assim, a falta de informação dificultou a suspeita precoce, tanto por parte dos pacientes quanto dos profissionais de saúde. “Não se pode suspeitar de algo se não se conhece”, lamentou Karie.

Os sinais podem variar. Nem sempre eles aparecem juntos, mas o alerta é para sintomas persistentes. Entre os principais estão:

  • Sintomas do câncer neuroendócrino
  • Inchaço ou gases persistentes.
  • Azia.
  • Dor ou cólicas abdominais.
  • Alterações nos hábitos intestinais.
  • Tosse seca persistente.
  • Chiado no peito ou falta de ar.
  • Vermelhidão na pele.
  • Palpitações.
  • Fadiga.
  • Ansiedade.
  • Perda de peso inexplicável.

Ao compartilhar sua história, Karie afirmou que o objetivo é ampliar a conscientização sobre a doença e reduzir o tempo até o diagnóstico.

“Compartilho minha história não para obter empatia, mas na esperança de que, quanto mais pessoas estiverem cientes dos sinais e sintomas do câncer neuroendócrino, mais cedo ele poderá ser diagnosticado e tratado”.

Para ela, tornar esse tipo de câncer mais conhecido é essencial para evitar que outros pacientes passem anos convivendo com sintomas ignorados — e para que o tratamento comece antes que a doença avance.

Por: Metrópoles

Siga 'A Gazeta do Acre' nas redes sociais

  • Canal do Whatsapp
  • X (ex-Twitter)
  • Instagram
  • Facebook
  • TikTok



Anterior

Calor, sol e chuvas rápidas marcam a previsão do tempo para o fim de semana no Acre

Próxima Notícia

Ieptec convoca aprovados para funções docentes, pedagógicas e administrativas no Acre; veja nomes

Mais Notícias

Foto: Reprodução/YouTube/Instagram/Su Entre Linhas
6º guia gazeta

Suzane von Richthofen é nomeada gestora da herança de tio, diz defesa

06/02/2026
Foto: Getty Images
6º guia gazeta

Médico aponta exercícios que ajudam a reduzir a gordura nas artérias

05/02/2026
Cão Orelha morava na Praia Brava — Foto: Reprodução/Redes sociais
6º guia gazeta

Polícia de SC conclui inquérito e atribui a adolescentes agressões contra cão Orelha

04/02/2026
Amanda Vasconcelos ao lado de Henrique — Foto: Reprodução/Instagram de Amanda Vasconcelos
6º guia gazeta

Quem é Amanda Vasconcelos, esposa de Henrique, da dupla com Juliano, presa nos EUA após fugir de abordagem

03/02/2026
Foto: Reprodução/ Current Inmate Database
6º guia gazeta

Esposa de Henrique, dupla de Juliano, é presa nos Estados Unidos

03/02/2026
Estudante de medicina é preso ao se passar por mulher; entenda
6º guia gazeta

Estudante de medicina é preso ao se passar por mulher; entenda

02/02/2026
Mais notícias
Próxima Notícia
Editais mencionados no DOE são o de nº 03/2025, nº 06/2024 e edital nº 08/2024. Foto: Ascom/Ieptec

Ieptec convoca aprovados para funções docentes, pedagógicas e administrativas no Acre; veja nomes

Em atividade há mais 50 de anos, 'Banca do Pelé' passa por revitalização no Centro de Rio Branco

Em atividade há mais 50 de anos, 'Banca do Pelé' passa por revitalização no Centro de Rio Branco

Jornal A Gazeta do Acre

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre

  • Expediente
  • Fale Conosco

Sem resultados
View All Result
  • Capa
  • Últimas Notícias
  • Polícia
  • Geral
  • Política
  • Colunistas & Artigos
    • Roberta D’Albuquerque
    • O prazer é todo meu
    • Marcela Mastrangelo
    • Beth Passos
  • Social
    • Márcia Abreu
    • Giuliana Evangelista
    • Beth News
    • Jackie Pinheiro
    • Roberta Lima
    • Gazeta Estilo
  • Publicações Legais
    • Publicações Legais
    • Comunicados
    • Avisos
    • Editais
  • Receba Notícias no celular
  • Expediente
  • Fale Conosco

© 2022 - Todos os direitos reservados. A Gazeta do Acre