O Acre encerrou 2025 com taxa de desemprego de 6,6%, índice acima da média nacional de 5,6%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua divulgados pelo IBGE. O levantamento mostra que, embora vários estados tenham registrado recorde de baixa na desocupação, o cenário acreano ainda permanece acima do índice nacional.
Os dados indicam que 19 estados e o Distrito Federal registraram em 2025 a menor taxa de desemprego da série histórica, iniciada em 2012. No ranking nacional, o Acre aparece entre os estados com taxa superior à média brasileira.
Além da desocupação, outro indicador relevante é a informalidade. O Acre terminou 2025 com 45,2% dos trabalhadores em ocupações informais, percentual acima da média nacional de 38,1%. Esse tipo de vínculo geralmente não garante direitos trabalhistas como previdência, férias, 13º salário e seguro-desemprego.
O rendimento médio mensal do trabalhador acreano também ficou abaixo da média nacional. Enquanto o país registrou média de R$ 3.560, o Acre apresentou rendimento médio de R$ 2.794.
A pesquisa do IBGE considera pessoas com 14 anos ou mais e inclui diferentes formas de ocupação, como trabalho formal, informal, temporário e por conta própria. Só é considerada desempregada a pessoa que efetivamente buscou trabalho nos 30 dias anteriores à coleta dos dados.








