Crianças e idosos seguem como os grupos mais vulneráveis aos casos graves de síndrome respiratória no Acre, segundo o Boletim Epidemiológico das Síndromes Respiratórias divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde. Os dados consideram as primeiras semanas epidemiológicas de 2026 e mostram maior incidência de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas faixas etárias extremas.
O levantamento indica concentração dos casos principalmente entre crianças de até 9 anos e pessoas com 60 anos ou mais. Essas faixas etárias apresentam maior risco de evolução para quadros graves, especialmente quando associadas a fatores como imunidade reduzida, presença de doenças crônicas ou maior exposição a vírus respiratórios em ambientes coletivos.
Entre os agentes virais identificados nos casos graves estão Influenza A, vírus sincicial respiratório (VSR), rinovírus, adenovírus e metapneumovírus, que podem provocar complicações como pneumonia, bronquiolite e outras infecções respiratórias. A influenza tem sido apontada como um dos principais fatores relacionados às hospitalizações no início de 2026.
O boletim também destaca a importância da vacinação contra influenza e outras medidas preventivas, como higiene das mãos, etiqueta respiratória e busca por atendimento médico diante de sintomas persistentes ou agravamento do quadro respiratório, especialmente nos grupos considerados mais vulneráveis.








