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Veja como votaram os deputados do Acre na MP que garante botijão de gás gratuito a famílias de baixa renda

Veja como votaram os deputados do Acre na MP que garante botijão de gás gratuito a famílias de baixa renda

A Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira, 2, a medida provisória que cria uma nova modalidade de gratuidade do botijão de gás para famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A proposta foi aprovada por ampla maioria: 415 votos favoráveis e 29 contrários.

Na votação, os deputados federais do Acre votaram “sim” ao texto, acompanhando o entendimento da maioria do plenário. Conforme o painel de votação da Câmara, manifestaram apoio à medida:

Os parlamentares Eduardo Velloso (União Brasil), Zé Adriano (PP) e Zezinho Barbary (PP) não tiveram voto registrado no sistema, o que indica ausência no momento da deliberação.

O que muda com a medida

A MP altera o nome do programa, que passa de “Gás dos Brasileiros” para “Auxílio Gás do Povo”, e mantém o pagamento em dinheiro já existente. A principal novidade é a criação de uma segunda modalidade de benefício: a gratuidade direta do botijão de gás (GLP), que será entregue às famílias em revendas credenciadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Conforme o texto aprovado, as famílias poderão ser contempladas em apenas uma das modalidades:

Quem pode receber

Terão direito ao benefício as famílias com renda per capita de até meio salário mínimo e com dados atualizados no CadÚnico. Para a modalidade de gratuidade, a quantidade de botijões por ano e a validade do auxílio variarão conforme o número de integrantes da família.

O texto também define uma ordem de prioridade no acesso ao benefício, contemplando, entre outros grupos:

Além disso, cozinhas solidárias que distribuem refeições a populações em situação de vulnerabilidade social também poderão ser atendidas pela modalidade de gratuidade.

Próximos passos

A medida provisória precisa ser votada pelo Senado Federal até o dia 11 de fevereiro para não perder validade. Como o texto foi alterado na Câmara, ainda dependerá de sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva após a análise dos senadores.

O relator da proposta destacou que a nova modalidade garante que o recurso público cumpra sua finalidade principal: assegurar uma fonte adequada de energia para o preparo de alimentos às famílias em situação de vulnerabilidade.

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