O corpo humano é uma complexa máquina bioquímica, capaz de produzir sensações que vão da euforia ao conforto profundo. Muitas dessas experiências prazerosas não são apenas poéticas, mas sim o resultado de reações químicas precisas em nosso cérebro. A neurociência tem desvendado os mecanismos por trás de alguns dos sentimentos mais intensos que podemos experimentar. A seguir, exploramos cinco dessas sensações e a ciência por trás delas, lembrando que não se trata de um ranking, mas de exemplos notáveis.
Sabe aquele arrepio que percorre a espinha ao ouvir uma parte específica de uma música? Conhecido como frisson, esse fenômeno é uma resposta emocional intensa. Estudos de neuroimagem mostram que, durante esses momentos, o cérebro libera uma onda de dopamina, o mesmo neurotransmissor associado a recompensas e prazer. É o seu cérebro dizendo que aquela harmonia ou melodia é algo que vale a pena ser repetido.2. O conforto de um abraço
O poder de um abraço vai muito além do contato físico. Quando abraçamos alguém, nosso corpo libera oxitocina, popularmente conhecida como o “hormônio do amor” ou “hormônio do vínculo”. A oxitocina promove sentimentos de confiança e conexão, além de ajudar a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. O resultado é uma sensação imediata de calma e segurança.
3. A leveza de uma boa risada
Gargalhar até a barriga doer é um dos analgésicos naturais mais eficazes que existem. O ato de rir estimula a liberação de endorfinas, neurotransmissores que atuam no cérebro para aliviar a dor e gerar uma sensação de bem-estar e euforia. É por isso que uma boa sessão de risadas com amigos pode deixar você se sentindo mais leve e relaxado.
4. As “borboletas no estômago”
Aquela agitação no estômago antes de um evento importante ou ao ver alguém especial não é apenas uma metáfora. As “borboletas no estômago” são uma resposta fisiológica real ao estresse ou à excitação, conhecida como “luta ou fuga”. O cérebro libera adrenalina e noradrenalina, que redirecionam o fluxo sanguíneo de órgãos não essenciais, como o estômago, para os músculos. Essa alteração no sistema digestivo cria a sensação de leveza que associamos à ansiedade ou ao início de uma paixão.
Por: Correio Braziliense
O corpo humano é uma complexa máquina bioquímica, capaz de produzir sensações que vão da euforia ao conforto profundo. Muitas dessas experiências prazerosas não são apenas poéticas, mas sim o resultado de reações químicas precisas em nosso cérebro. A neurociência tem desvendado os mecanismos por trás de alguns dos sentimentos mais intensos que podemos experimentar. A seguir, exploramos cinco dessas sensações e a ciência por trás delas, lembrando que não se trata de um ranking, mas de exemplos notáveis.
Sabe aquele arrepio que percorre a espinha ao ouvir uma parte específica de uma música? Conhecido como frisson, esse fenômeno é uma resposta emocional intensa. Estudos de neuroimagem mostram que, durante esses momentos, o cérebro libera uma onda de dopamina, o mesmo neurotransmissor associado a recompensas e prazer. É o seu cérebro dizendo que aquela harmonia ou melodia é algo que vale a pena ser repetido.2. O conforto de um abraço
O poder de um abraço vai muito além do contato físico. Quando abraçamos alguém, nosso corpo libera oxitocina, popularmente conhecida como o “hormônio do amor” ou “hormônio do vínculo”. A oxitocina promove sentimentos de confiança e conexão, além de ajudar a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse. O resultado é uma sensação imediata de calma e segurança.
3. A leveza de uma boa risada
Gargalhar até a barriga doer é um dos analgésicos naturais mais eficazes que existem. O ato de rir estimula a liberação de endorfinas, neurotransmissores que atuam no cérebro para aliviar a dor e gerar uma sensação de bem-estar e euforia. É por isso que uma boa sessão de risadas com amigos pode deixar você se sentindo mais leve e relaxado.
4. As “borboletas no estômago”
Aquela agitação no estômago antes de um evento importante ou ao ver alguém especial não é apenas uma metáfora. As “borboletas no estômago” são uma resposta fisiológica real ao estresse ou à excitação, conhecida como “luta ou fuga”. O cérebro libera adrenalina e noradrenalina, que redirecionam o fluxo sanguíneo de órgãos não essenciais, como o estômago, para os músculos. Essa alteração no sistema digestivo cria a sensação de leveza que associamos à ansiedade ou ao início de uma paixão.
Por: Correio Braziliense