O Acre ocupa a 4ª posição na Região Norte e a 22ª colocação no ranking nacional no indicador de Eficiência da Máquina Pública, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025. O resultado coloca o estado na parte inferior da classificação regional, atrás de Amazonas, Rondônia e Tocantins.
O levantamento avalia a capacidade administrativa dos governos estaduais a partir de critérios como meritocracia no serviço público, qualidade da democracia, controle de gastos e gestão de pessoal. O pilar de Eficiência da Máquina Pública possui peso de 10% na composição geral do ranking e busca medir a capacidade dos estados de organizar estruturas administrativas capazes de responder às demandas da população.
Na comparação regional, o Amazonas lidera o ranking da Região Norte, ocupando também a 6ª posição nacional. Rondônia aparece em 2º lugar na região (7º no país), seguido por Tocantins em 3º (21º nacional). O Acre surge na 4ª posição regional (22º nacional), à frente apenas de Pará (25º), Roraima (26º) e Amapá (27º).
De acordo com a metodologia do ranking, o indicador considera que o fortalecimento de mecanismos de incentivo ao bom governo e a melhoria da eficiência administrativa são fatores centrais para ampliar a legitimidade das instituições públicas e impulsionar o desenvolvimento socioeconômico.
Nesse contexto, o desempenho do Acre indica desafios relacionados à modernização da gestão pública, ao aperfeiçoamento de processos administrativos e ao fortalecimento de políticas de gestão de pessoas e controle de despesas.