A lista nacional de foragidos mais procurados divulgada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) inclui sete nomes com registros de crimes no Acre, entre suspeitos e condenados por homicídios, tráfico de drogas, roubos, organização criminosa e fugas do sistema prisional.
Entre os citados está Ronivaldo da Silva Gomes, conhecido como “Roni”, apontado como envolvido na chamada “Chacina do Taquari”, ocorrida em novembro de 2023, episódio que resultou em seis mortes durante confronto entre facções criminosas. Ele também possui condenações por roubo que, somadas, ultrapassam 30 anos de prisão.
Outro nome listado é Benedito Tavares de Souza, o “Cabelo”, suspeito de participação no assassinato de Levi Freitas de Andrade, ocorrido em 2020. Conforme as informações, ele utilizava tornozeleira eletrônica quando fugiu e passou à condição de foragido.
Também integra a relação Adayldo Freitas Ferreira, conhecido como “Titina”, que escapou do Hospital Santa Casa, em Rio Branco, após abrir um buraco no forro do banheiro enquanto estava internado. Apesar de ter sido recapturado posteriormente, o sistema judicial registra três mandados de prisão em aberto contra ele, sendo o mais recente expedido em João Pessoa (PB), em dezembro de 2022.
A lista inclui ainda Edivaldo de Oliveira Plácido, o “Chiquinho das Pedras”, investigado por tráfico de drogas e com processo suspenso na Justiça do Acre. Ele possui registros por roubo e posse ilegal de arma, além de aproximadamente 15 anos de pena a cumprir, considerando condenações anteriores.
Outro foragido é Gilson Borges de Souza, o “Véi do Livro”, com mandado de prisão expedido em fevereiro de 2023. Ele tem condenações por roubo, posse ilegal de arma de fogo e organização criminosa, que somam 62 anos de prisão.
Também consta na relação Mirley Nascimento de Paula, conhecido como “Barrabás”, foragido desde 2019 após fuga que envolveu 12 detentos do Presídio Manoel Néri da Silva, em Cruzeiro do Sul.
O levantamento menciona ainda Francisco Geilson de Oliveira Costa, o “Lorim”, e Antônio Meneses de Castro, também chamado de “Titina”, sem detalhamento público sobre os processos que motivaram a inclusão de ambos na lista.
De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, a divulgação da relação nacional tem como objetivo ampliar o alcance das buscas e incentivar denúncias que auxiliem na localização dos foragidos.








