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Casos de Mpox em Rondônia colocam Acre em alerta e Saúde reforça monitoramento na fronteira

Casos de Mpox em Rondônia colocam Acre em alerta e Saúde reforça monitoramento na fronteira

a Male hands affected by blistering rash because of monkeypox or other viral infection on green background

O registro de quatro casos confirmados de Mpox em Porto Velho, capital de Rondônia, acendeu o sinal de alerta nas autoridades sanitárias do Acre. Devido à proximidade geográfica e ao intenso fluxo de pessoas na BR-364, a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) intensificou o monitoramento.

Por enquanto, o estado trabalha com o boletim informativo de alerta epidemiológico e aguarda as diretrizes oficiais do Ministério da Saúde para a finalização da atualização do plano de contingência estadual, seguindo as recomendações nacionais. Enquanto esse trâmite ocorre, as equipes de vigilância já estão em prontidão e alerta máximo nas unidades hospitalares para identificar qualquer suspeita.

A Mpox não é uma desconhecida da população local, já que, entre os anos de 2022 e 2025, o Acre registrou casos da doença. Esse histórico é fundamental, pois permitiu que as equipes de saúde já estivessem familiarizadas com os protocolos de atendimento.

À GAZETA, Jozadaque Bezerra, coordenador do Núcleo Estadual de Infecções Sexualmente Transmissíveis e de Prevenção da Sesacre, explicou que o monitoramento é contínuo e preventivo. Segundo ele, “embora o cenário atual no Acre seja de monitoramento, a confirmação de casos em estados vizinhos exige que nossa rede de saúde esteja pronta para identificar e isolar qualquer suspeita rapidamente”.

Sintomas

A doença é causada por um vírus e a transmissão ocorre principalmente pelo contato direto com as lesões de pele, fluidos corporais ou objetos contaminados, como roupas e lençóis de uma pessoa infectada.

Os principais sinais de alerta incluem o aparecimento de manchas ou bolhas na pele, que podem vir acompanhadas de febre, calafrios, dor de cabeça, dores no corpo, ínguas inchadas e fraqueza intensa. As autoridades reforçam que, ao notar qualquer sintoma, o cidadão deve procurar imediatamente uma Unidade Básica de Saúde ou UPA para avaliação médica.

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