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Influenza, rinovírus e vírus respiratório sincicial estão entre os que circulam no Acre em 2026, aponta boletim

Influenza, rinovírus e vírus respiratório sincicial estão entre os que circulam no Acre em 2026, aponta boletim

A circulação de vírus respiratórios no Acre segue diversificada no início de 2026, com predominância da Influenza A e presença de outros agentes infecciosos entre casos leves e graves, conforme aponta o Boletim Epidemiológico das Síndromes Respiratórias divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde. O levantamento considera dados das semanas epidemiológicas 1 a 3 deste ano.

Entre os atendimentos por síndrome gripal nas unidades sentinelas, os vírus mais frequentes identificados foram Influenza A (subtipo H1N1), Influenza A não subtipado e rinovírus. Esses agentes aparecem como os principais responsáveis pelos quadros respiratórios sem gravidade monitorados no estado.

Já entre os casos mais graves, que exigiram hospitalização por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), o boletim aponta a presença de Influenza A, Influenza A não subtipado, vírus sincicial respiratório (VSR), rinovírus, metapneumovírus, Influenza A sazonal (H3) e adenovírus. Esses vírus foram identificados em pacientes internados com diagnóstico de pneumonia, bronquite e bronquiolite.

O relatório também destaca que o vírus Influenza A tem sido o principal responsável pelo aumento das hospitalizações no início do ano, comportamento que difere da tendência nacional, onde há queda na maior parte dos estados.

Apesar disso, o Acre ainda mantém cenário considerado estável, sem atingir níveis de alerta ou alto risco no indicador geral de SRAG até a segunda quinzena de janeiro.

A vigilância epidemiológica no estado ocorre por meio de unidades sentinelas e hospitais que realizam coleta de amostras e exames laboratoriais para identificar os agentes virais, subsidiando ações de prevenção, vacinação e controle das doenças respiratórias.

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