O vereador Bruno Moraes comentou os atrasos no pagamento de salários de trabalhadores terceirizados e afirmou que a situação ocorreu devido a uma mudança no sistema financeiro da prefeitura. Segundo ele, a dinâmica de pagamento envolve o repasse do município às empresas contratadas, responsáveis por efetuar os salários dos funcionários.
“Esse processo é a prefeitura pagar as empresas e as empresas repassarem e fazerem esse pagamento de salário”, explicou.
O parlamentar relatou que decidiu buscar esclarecimentos após perceber a demora nos pagamentos. “Fui buscar o motivo e, de fato, é uma mudança do sistema financeiro da prefeitura. Em dezembro eles fizeram essa alteração e não conseguiram puxar o banco de dados para esse novo sistema, e tiveram que fazer manualmente”, afirmou.
Bruno Moraes destacou que, apesar de ter havido prioridade para os servidores efetivos, os terceirizados também precisam de atenção semelhante. “Da mesma forma que deram prioridade para os servidores, que a gente pudesse chamar a atenção para dar também essa prioridade, esse carinho, essa atenção para os terceirizados”, disse.
O vereador criticou o fato de a situação ainda ocorrer em 2026. “Ainda no século XXI, em 2026, a gente está voltando a falar de trabalhador terceirizado é inadmissível. Foi para isso que fui eleito”, declarou.
Ele também informou que manteve contato com o secretário responsável, identificado como Rinan, para discutir encaminhamentos. “Ele se prontificou que a gente faça uma mesa redonda para atualizar a situação”, relatou.
Outro ponto citado pelo parlamentar foi a necessidade de avançar nas repactuações contratuais. “Precisamos de um olhar principal para essas repactuações, porque isso impacta diretamente na atualização do salário, no aumento do salário e no aumento do auxílio-alimentação. Isso está virando um gargalo que não pode acontecer”, pontuou.
De acordo com o vereador, a informação mais recente é de que os pagamentos começaram a ser regularizados nesta semana. “Já começaram sim a sair, já começaram a ser feitos”, afirmou.
Ao final, Bruno Moraes defendeu tratamento igualitário entre terceirizados e servidores efetivos. “Precisamos dar o mesmo carinho para os servidores que os efetivos têm. Afinal, são pessoas com a mesma cor de sangue”, concluiu.








