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No Dia do Voto Feminino, Mailza Assis convoca mulheres a ocuparem espaços de poder

No Dia do Voto Feminino, Mailza Assis convoca mulheres a ocuparem espaços de poder

Foto: Júnior Aguiar/Sesacre

O Brasil celebra, nesta terça-feira, 24, um marco que mudou os rumos da história política do país: os 94 anos da conquista do voto feminino. A data foi lembrada pela vice-governadora do Acre, Mailza Assis, que utilizou suas redes sociais para reforçar a necessidade de ampliar a presença das mulheres nos espaços de decisão.

Em sua publicação, Mailza destacou que o direito conquistado em 1932 vai além do ato de depositar o voto na urna.

“Hoje celebramos o Dia do Voto Feminino no Brasil, uma conquista histórica que garantiu às mulheres o direito de votar e de serem votadas. Mais do que um marco legal, essa vitória representou voz, participação e protagonismo na construção da nossa democracia”, afirmou a vice-governadora.

A fala de Mailza ganha um peso estratégico no cenário político atual. Até o momento, ela se posiciona como a única mulher na disputa pela cadeira de governadora do Acre nas eleições de 2026. Para a gestora, a data deve servir como combustível para novas candidaturas.

“Que essa data nos lembre da importância de ocuparmos espaços e fortalecermos, todos os dias, a presença feminina na política”, disse Mailza.

Quase um século de história

A conquista celebrada hoje remete a 1932, durante o governo de Getúlio Vargas, quando o Código Eleitoral Brasileiro passou a permitir que as mulheres votassem e fossem votadas. O avanço foi fruto de décadas de mobilização do movimento sufragista, que desde o final do século XIX enfrentou resistências para garantir a participação feminina.

Embora o decreto seja de 1932, o primeiro voto feminino oficial ocorreu em 1933, e a consolidação definitiva veio com a Constituição de 1934. No Acre, estado que já teve mulheres em cargos de alta relevância no Legislativo e Executivo, a data reforça o debate sobre a representatividade, especialmente em um estado onde, apesar de serem maioria do eleitorado, as mulheres ainda buscam paridade nas prefeituras e no comando do Palácio Rio Branco.

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