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Homem em moto vermelha tenta atrair crianças com doces, alerta ativista no Acre: “não aceitem nada de estranhos”

Homem em moto vermelha tenta atrair crianças com doces, alerta ativista no Acre: "não aceitem nada de estranhos"
Michele (Foto: Reprodução Instagram)

A tranquilidade do bairro Taquari foi interrompida por um relato preocupante que acendeu o sinal de alerta para pais e responsáveis em Rio Branco. A ativista social Michelle Oliveira, coordenadora do projeto Conexão do Bem, publicou um vídeo em suas redes sociais nesta semana para relatar uma tentativa de abordagem a uma criança por um homem desconhecido.

Segundo Michelle, uma mãe do bairro a procurou relatando que seu filho, enquanto brincava de bola com amigos na rua, foi abordado por um homem em uma moto vermelha. O suspeito teria oferecido bombons às crianças. Graças à orientação prévia da mãe, o menino não aceitou o doce e correu para avisá-la.

No vídeo, Michelle Oliveira faz um apelo emocional e direto às famílias acreanas. Ela reforça a necessidade de diálogos constantes entre pais e filhos sobre os perigos de aceitar objetos ou alimentos de pessoas desconhecidas.

“Quero alertar vocês: conversem com seus filhos para não aceitar nada de estranho. Não aceitem bombom, não aceitem água, não aceitem absolutamente nada. A gente não sabe como as pessoas são ruins”, alertou a ativista.

Dificuldade na identificação

Ainda de acordo com o relato, assim que a mãe saiu à porta para verificar a situação, o homem colocou o capacete e fugiu rapidamente na motocicleta. Devido à agilidade da fuga, a placa do veículo não pôde ser identificada, o que impossibilitou o registro formal de um Boletim de Ocorrência com dados específicos na delegacia.

A orientação da ativista é que as crianças, ao serem abordadas, busquem ajuda imediata e façam barulho. “Se alguém oferecer, eles devem correr gritando que tem alguém oferecendo”, sugeriu Michelle, destacando que o comportamento preventivo foi o que protegeu a criança no Taquari.

O projeto Conexão do Bem, que atua desde 2015 em comunidades carentes, reforça que a vigilância comunitária e a educação preventiva são as melhores ferramentas para garantir a segurança dos menores diante de comportamentos suspeitos na capital.

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