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Roer unhas pode causar infecções e deformidades, especialista do Acre explica os riscos do hábito

Dermatologista alerta que o comportamento, comum desde a infância, pode evoluir para problemas de saúde e exigir tratamento médico e acompanhamento das causas emocionais.

Isabelle Magalhães por Isabelle Magalhães
19/03/2026 - 14:00
Dermatologista Suellen França, que atua há mais de 15 anos na área. - Foto: Arquivo pessoal

Dermatologista Suellen França, que atua há mais de 15 anos na área. - Foto: Arquivo pessoal

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O hábito de roer as unhas, comum entre muitas pessoas, pode trazer consequências para a saúde quando ocorre de forma frequente ou intensa. O tema ganhou atenção após o caso de uma jovem que quase perdeu um dedo devido ao vício. Para entender os riscos desse comportamento, A GAZETA ouviu a dermatologista do Acre Suellen França, que atua há mais de 15 anos na área.

Segundo a médica, o hábito de roer as unhas recebe o nome de onicologia e, dependendo da intensidade, pode se tornar um transtorno associado a fatores psicológicos. Em alguns casos, o comportamento se torna compulsivo e exige uma abordagem que vá além do tratamento físico das unhas.

A dermatologista explica que o hábito muitas vezes começa ainda na infância e pode estar relacionado à imitação de comportamentos ou a momentos de frustração.

“As crianças imitam muito a gente, então o hábito da imitação também pode estar relacionado. Em momentos de frustração, a criança ainda está aprendendo a lidar com o ‘não’, e isso pode desencadear certas reações na infância”, explica.

Problemas nas unhas

Além da relação com fatores emocionais, o hábito pode causar alterações físicas nas unhas. Entre os efeitos estão crescimento irregular, fragilidade e deformidades, comprometendo não apenas a aparência, mas também a função de proteção das unhas.

Em casos mais graves, o comportamento pode provocar infecções ao redor das unhas.

“Pode desencadear diversos problemas e, quando se prolonga por muito tempo, pode levar ao que chamamos de paroníquia aguda, uma infecção ao redor da unha caracterizada por dor, inflamação e formação de pus. Trata-se de uma infecção bacteriana, pois a boca possui muitas bactérias e, ao roer as unhas, essas bactérias podem contaminar a região ao redor delas, criando uma porta de entrada para o desenvolvimento da paroníquia. Nesses casos, é uma condição que muitas vezes precisa ser tratada com antibióticos para a resolução do quadro”, alerta a médica.

De acordo com a dermatologista, hábitos repetidos ao longo do tempo podem trazer consequências para a saúde das unhas. Embora na maioria das situações os danos não sejam permanentes, o comportamento prolongado pode causar deformidades definitivas.

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“Todo vício ou hábito ruim de longo prazo gera consequências, e o hábito de roer as unhas também. Na maioria das vezes, os danos não são permanentes, mas, quando esse comportamento ocorre por muito tempo, pode causar deformidades permanentes nas unhas. Atualmente, porém, existem diversos tratamentos, como o fortalecimento das unhas, que ajudam a melhorar toda a região anatômica. No entanto, para que isso aconteça de forma eficaz, é fundamental tratar primeiro os problemas de base”, afirma.

Investigação do comportamento
O tratamento, segundo a especialista, pode envolver também a investigação da rotina e dos hábitos do paciente, principalmente quando o comportamento ocorre de forma compulsiva.

“É necessário tratar a compulsão do paciente e, no caso das crianças, avaliar como está a vida familiar, como são as relações e o manejo do comportamento, além do acesso às telas. Também é importante reduzir situações de frustração, para que a criança não descarregue esses sentimentos no hábito de roer as unhas”, explica.

 A doutra orienta que sempre procurar um profissional que busque o tratamento por inteiro, não somente aquilo que esta externo.

 “Muitas pessoas roem as unhas de forma inconsciente; quando percebem, já estão roendo. Por isso, é importante tratar a causa de base: será que a pessoa está estressada? Será que está entediada? Na dermatologia, associamos muito os quadros psicológicos aos quadros cutâneos, pois eles estão intimamente relacionados.”, orienta a doutora. 

 

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