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Cinco são presos por suspeita de integrar organização criminosa em operação na fronteira do Acre com o Amazonas

Cinco são presos por suspeita de integrar organização criminosa em operação na fronteira do Acre com o Amazonas

Foto: Arquivo/PCAC

Cinco pessoas foram presas por suspeita de integrar uma organização criminosa durante operação realizada nesta quinta-feira, 19, na Comunidade do Gama, no município de Guajará, no Amazonas, região de fronteira com o Acre.

A ação foi coordenada a partir de levantamentos de inteligência que apontaram o local como esconderijo de foragidos da Justiça acreana. As informações também indicavam que os suspeitos estavam armados e ocupavam funções relevantes dentro do grupo criminoso.

Participaram da operação equipes da Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio do Núcleo Especializado de Investigações Criminais (Neic) de Cruzeiro do Sul, do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Polícia Militar do Amazonas.

Armas e munições apreendidas

Durante o cerco ao imóvel, os policiais abordaram os suspeitos e efetuaram as prisões. No local, foram apreendidas duas armas de fogo de uso restrito — uma pistola e um rifle adaptado para calibre .22 — além de grande quantidade de munições de diferentes calibres.

As equipes também localizaram aparelhos celulares que podem conter informações sobre a atuação da organização criminosa. No momento da abordagem, alguns dos investigados tentaram destruir os dispositivos, quebrando os aparelhos para dificultar o acesso aos dados.

Investigação segue

Segundo o delegado Heverton Carvalho, a operação representa mais um avanço no combate ao crime organizado na região de fronteira.

“Essa ação integrada demonstra a força do trabalho conjunto entre as instituições de segurança. Conseguimos retirar de circulação indivíduos perigosos, inclusive foragidos da Justiça, além de apreender armas e materiais que fortaleciam a atuação criminosa. As investigações continuam para identificar outros envolvidos e desarticular completamente esse grupo”, afirmou.

Os suspeitos foram encaminhados às autoridades competentes e permanecem à disposição da Justiça.

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