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“Bocalom nunca será meu adversário, muito menos inimigo”: Bittar fala sobre relação com prefeito após decisão do PL

“Bocalom nunca será meu adversário, muito menos inimigo”: Bittar fala sobre relação com prefeito após decisão do PL

Foto: Cedida

A decisão do Partido Liberal (PL) de não apoiar a candidatura do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ao governo do Acre em 2026 não abalou a relação política e pessoal entre o gestor e o senador Márcio Bittar (PL). A afirmação foi feita pelo próprio senador nesta segunda-feira, 9, durante conversa com a imprensa na sede do Partido Progressista (PP), em Rio Branco, onde ocorreu uma reunião entre partidos que discutiram a formação de uma aliança política no estado.

Ao comentar o episódio, Bittar disse que Bocalom é um aliado histórico e que os dois estiveram do mesmo lado na maior parte da trajetória política.

“O prefeito Bocalom é meu amigo. A maior parte da nossa vida nós estivemos do mesmo lado. Ele tomou a decisão de ser candidato e isso é um direito dele”, afirmou.

Segundo o senador, a decisão do partido está relacionada às prioridades nacionais do PL para as eleições de 2026, que incluem a disputa pela Presidência da República e o fortalecimento da bancada no Senado.

“O PL do Brasil tem duas prioridades: eleger o presidente da República e o presidente do Senado. Para eleger o presidente do Senado, o PL tem que fazer a maior bancada”, disse.

Mesmo com o impasse em torno da candidatura ao governo, Bittar afirmou que não vê Bocalom como adversário político.

“Bocalom nunca será meu adversário, muito menos meu inimigo, até porque ele também apoiará o mesmo candidato que eu, que é o Flávio Bolsonaro”, declarou.

O senador acrescentou que seguirá defendendo a pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do Acre, nome apoiado pelo grupo político que se reúne nesta segunda-feira. “Eu tenho uma candidata e vou defender a minha candidata na campanha inteira. Isso é normal”, afirmou.

Bittar também relatou que esteve recentemente em Brasília ao lado de Bocalom e disse acreditar que a relação entre os dois deve continuar mesmo com as divergências eleitorais. “Tivemos em Brasília juntos, eu e o prefeito Bocalom, e vamos continuar sendo amigos”, disse.

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