A revolução do Netflix – Jornal A Gazeta

A revolução do Netflix

Ficar em casa enquanto está todo mundo nas festas já não é mais motivo de tristeza depois que a Netflix chegou às nossas vidas (ou na da maioria, acredito). O Netflix é um dos maiores serviços de streaming de vídeos no mundo e tem feito uma verdadeira revolução na forma de entreter os clientes com filmes, séries, documentários e demais vídeos.

Por um preço muito em conta (barato mesmo), você tem acesso a um acervo imenso. Com isso, aprendemos que obter um pacote dos melhores trabalhos cinematográficos e dramatúrgicos não precisa ser tão caro. O Netflix mostrou isso pra gente.

É possível acessar o catálogo de milhares de filmes e séries de TV por diversas plataformas como notebooks, tablets, smartphones, videogames, e claro, pela TV.

Lembro quando uma amiga chegou falando desse serviço maravilhoso na redação do jornal. Inicialmente, ela falava grego pra mim. Não entendia nada, mas sabia que era bom. Depois que conheci e obtive o produto, minhas horas livres passaram a ter um gostinho diferente. Não posso negar que sou uma cinéfila assídua.

No Brasil, a empresa iniciou os seus serviços em setembro de 2011 e já conquistou cerca de 2, 5 milhões de usuários. O valor do plano mensal para os brasileiros é de R$ 16,90.

Mas, como a inveja da concorrência é feroz, essa mina de ouro está ameaçada. As tevês por assinatura não estão gostando nem um pouco do sucesso em crescimento do Netflix.

A Câmara aprovou no dia 10 de setembro, o projeto de lei complementar 366/2013, que estende a cobrança do Imposto Sobre Serviços (ISS) a setores que ainda não eram tributados, como os que vendem conteúdo pela internet. Na prática, isso significa que suas assinaturas do Netflix e do Spotify deverão ficar ligeiramente mais caras nos próximos meses.

Socorro!

Já não basta a quantidade de impostos que o brasileiro paga? Precisam sugar mais o nosso dinheiro?

Espero dias melhores para essa ideia genial que já me apresentou a trabalhos incríveis como as séries House of Cards, Narcos, Demolidor e tantos filmes marcantes como O Melhor de Mim, Uma
Boa Mentira, Um Porto Seguro, Nas Profundezas do Mar Sem Fim. E, claro, eu não poderia deixar de citar o prazer de rever novelas como a Usurpadora.

* Brenna Amâncio é jornalista.
E-mail: brenna.amancio@gmail.com

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