Aleac se prepara para iniciar discussão a respeito da terceirização da Saúde – Jornal A Gazeta

Aleac se prepara para iniciar discussão a respeito da terceirização da Saúde

A possibilidade de terceirização da Saúde Pública, especialmente do Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb), tem gerado debates entre os deputados estaduais acerca do assunto. Recentemente, uma declaração do governador Gladson Cameli (PP) foi feita nesse sentido, de terceirizar o Pronto Socorro.

Na gestão de Tião Viana (PT) a iniciativa foi tentada, mas sem sucesso. Com votos até da base de sustentação de Viana na Aleac, os deputados disseram não a privatização do serviço de Saúde. Agora o tema volta à pauta dos sindicatos ligados à área.

Nesse sentido, na última quinta-feira, 14, sindicalistas se reuniram com o deputado Jenilson Leite (PCdoB) para contra argumentar e pedir apoio do deputado para que, caso o projeto chegue à Aleac, não seja aprovado. O parlamentar salientou que está aberto ao diálogo e a Assembleia o local adequado para as discussões.

“Reunimos as autoridades em saúde para debater o assunto, porque a união e através do diálogo é possível encontrarmos uma saída para os problemas, e a Aleac é o lugar propício”, diz Jenilson Leite.

Além do Pronto Socorro de Rio Branco, o governo do Acre visa terceirizar serviços das UPAS e no Hospital Wildy Viana, em Brasileia. O objetivo do governo é garantir melhor atendimento à população. Uma equipe da fundação que administra o Hospital de Base de Brasília faz um diagnóstico da Saúde do Acre. O documento deve ser apresentado às autoridades de Saúde, em especial, ao governador Gladson Cameli.

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Gehlen Diniz (PP) disse que o governo do Acre trata com responsabilidade o assunto. Ele pontua que, ao chegar o projeto no parlamento acreano, os sindicatos e a sociedade civil debaterá cada ponto da matéria a fim de que não fique dúvida sobre o que destaca o texto da proposta do Executivo.

“Por enquanto é só avaliação, mas em chegando um projeto nesse sentido na Assembleia, eu creio que o primeiro passo é discutir com a sociedade. Convocar audiências públicas, reunir com a população, com os funcionários”, completa o deputado progressista.

 

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