Coluna Política Local – 12.01.2019 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 12.01.2019

Quase oficial

O senador Sérgio Petecão (PSD) segue tentando viabilizar seu nome na disputa à Presidência do Senado Federal. Na última quinta-feira, ele afirmou que já iniciou conversas com antigos e novos senadores sobre um possível apoio. Nos bastidores, comenta-se que o nome de Petecão tem sido bem aceito pelos colegas de parlamento. As chances de ser o próximo presidente são bem reais.

Briga boa 

O único entrave nos planos de Sérgio Petecão seria o senador Angelo Coronel, também do PSD. O parlamentar baiano já sinalizou sua pretensão de concorrer a cargo.

Mais na briga

Independente de qualquer coisa, os dois terão adversários – no mínimo – no MDB (Renan Calheiros), PSDB (Tasso Jereissati) e DEM (Davi Alcolumbre). Sem dúvida será uma briga boa.

Intriga

Mais um capítulo na briga entre o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, e o deputado estadual Gehlen Diniz. E dessa vez foi por cargos no governo de Gladson Cameli. Serafim ‘exigiu’ do novo governador que o principal cargo da Secretaria de Estado de Educação de seu município ficasse com um de seus apadrinhados. Contrariado, Diniz esbravejou nos ouvidos do governador. A história finaliza com um desentendimento entre Cameli e Serafim.

Rompidos

Circula nos bastidores que após o “pequeno” desentendimento, Mazinho teria decidido romper com Cameli. O porta-voz do governo minimizou o impasse e disse que Gladson tem o interesse de ter os dois aliados em pensamento conjunto com o Estado.

Resolvendo

Sobrou para o ex-prefeito de Cruzeiro do Sul, Vagner Sales, resolver a situação. Segundo consta, o emedebista foi escalado para contornar a briga. Desde o início da semana, Sales vem mantendo contato com Mazinho e Gehlen para chegar a um consenso. Até que tudo seja de fato resolvido, caberá ao servidor Silvano Farias de Figueiredo responder pela pasta interinamente.

Eles negam

Embora Mazinho e Gehlen neguem qualquer desentendimento, notícias de bastidores dão conta de que o clima entre os dois ficou bem tenso.

Vai cobrar

A demora em solucionar essa situação pode custar caro para Cameli. Mazinho já sinalizou que vai cobrar a suposta traição no futuro. Já sinalizou que será oposição.

Na oposição

“Eu vou mostrar para o Gladson o que é fazer oposição. Ele não quer ver o MDB junto dele no governo. Tá fazendo de tudo para afastar o nosso partido. Então eu já entendi e vou deixá-lo à vontade, mas ele deve saber que a minha esposa é deputada e vai cobrar caro esta traição, esta falta de compromisso”, disse Mazinho.

Perda séria

Perder o apoio de Mazinho não é um bom negócio para Gladson. O emedebista provou que é uma forte liderança ao eleger sua esposa como a deputada estadual mais votada na eleição do ano passado.

Mudou

A prefeita Socorro Neri fez mais uma mudança no primeiro escalão da Prefeitura de Rio Branco. Ela exonerou Márcio Batista do cargo de secretário de Educação para colocar no lugar o ex-deputado Moisés Diniz.

Surpresa 

A decisão da prefeita surpreendeu os colegas de partido, secretários, e até a equipe de governo, que não esperavam uma nova alteração nas cadeiras do secretariado municipal em menos de 15 dias. No início do ano, Socorro Neri exonerou mais de doze secretários e dezenas de cargos comissionados.

Outro desafio

Rumores dão conta de que Márcio Batista deve seguir a caminhada política com a deputada federal Perpétua Almeida, de quem é amigo e correligionário. Moisés Diniz, que também é comunista, vai assumir o posto deixado pelo colega de partido e garantir a “fatia” na gestão da prefeitura, onde o PC do B tem mantido espaço há anos.

Querem os cargos

Se depender da direção do PSL, todos os cargos federais no Acre serão do partido. A informação foi confirmada pelo presidente do PSL no Acre, Pedro Valério. Ele garante que os cargos deveriam ser preenchidos por pessoas do partido por “questão de justiça”. Estamos falando de cerca de 130 cargos.

Analisando 

O presidente do partido diz que estuda uma forma de reivindicar os cargos e distribuir de forma justa. Segundo Valério, o principal nome do partido no Estado, o ex-prefeito Tião Bocalom, afirmou que não tem interesse a nenhum cargo, pois não compensaria. Bocalom acompanha o tratamento da esposa, Beth Bocalom, que está internada na cidade de Araguaínda, Paraná, e não teria como ter residência fixa no Acre no momento.

Não quer

“Fomos comunicados pelo próprio Bocalom de que, para ele, não compensa. E achamos justo, afinal, para aceitar um cargo com esse nível salarial é para estar comprometido com o social. Quem tem em mente fazer maracutaia pode tirar o cavalo da chuva porque isso não será permitido no governo Bolsonaro”, declarou o dirigente do PSL.

Esperançoso 

Valério acredita que pelo fato dos membros do PSL não terem sido agraciados no governo Gladson Cameli isso aumenta as chances dos cargos federais serem oferecidos aos militantes do partido no Acre.

Assuntos desta notícia