Coluna Política Local – 13.03.2018 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 13.03.2018

Parceria
O governador Tião Viana (PT), ao lado do reitor da Faculdade de Direito da Universidade do Colorado, James Anaya, anunciou ontem uma série de cursos em parceria institucional com a Universidade Federal do Acre (Ufac).

Os cursos
Serão alguns cursos de rápida duração nas áreas de direito humanitário, direito indígena, resolução de conflitos e desenvolvimento sustentável, além de avanços na negociação entre a federal acreana e a universidade norte-americana para um intercâmbio na área de mestrados e doutorados.
Cooperação 
A parceria entre as instituições para a cooperação educacional é fruto da articulação do governador Tião Viana junto à Força Tarefa de Governadores sobre Clima e Florestas (GCF), após ser convidado para uma série de visitas institucionais e de prospecções para relações internacionais no Colorado (Estados Unidos), em 2017.
Mais brigas na oposição
O anúncio de que o deputado Major Rocha (PSDB) supostamente será o vice de Gladson Cameli (PP) na disputa ao Governo do Acre caiu como uma bomba no colo de alguns oposicionistas. A notícia não só desagradou ao bloco, como também o dividiu ainda mais. Nos bastidores comenta-se que haverá retaliação, caso se confirme o fato.
Não o querem
PPS, PSC, PTB e Solidariedade, além de outras quatro legendas, já sinalizaram que Rocha não os representa. A presidente da executiva estadual do PPS, a sindicalista Rosana Nascimento, chegou a afirmar que Rocha não tem um perfil agregador.
PP e MDB apoiam
O nome de Rocha pode não ter agradada a gregos e troianos, porém, de acordo com informações de bastidores, o tucano recebeu o apoio do PP e MDB. Claro que existem ressalvas por parte de Márcio Bittar, mas o emedebista teve que acatar a decisão de Flaviano Melo. 
Contraponto 
O tucano foi colocado em questão devido a seu perfil. Já que é bom de briga, seria o contraponto contra o secretário de Segurança Pública, Emylson Farias, que será o vice na chapa de Marcus Alexandre (PT).
É blefe
Há quem acredite que tudo não passou de um blefe do Major Rocha, entre eles, o presidente do PT, deputado Daniel Zen. O petista foi bastante duro ao comentar o assunto. “É apenas mais um capítulo da novela de chantagens, rasteiras e sabotagens que se vê na oposição do Acre”, disse.
Bem isso!
O pensamento de Zen reflete o que muitos eleitores pensam. Ainda mais depois das declarações de Flaviano Melo de que o MDB estudava a possibilidade de deixar a aliança com o PP, mas, na realidade, aquilo, sim, não passou de um blefe. Queria apenas amedrontar o progressista.
Dia 15
Fato é que Gladson Cameli deverá fazer o anúncio de quem será seu vice na próxima quinta-feira, dia 15. Até lá continuam as especulações em torno do assunto. 
Ainda no comando
E não é que Tião Bocalom continua no comando do Democratas no Acre. Muitos boatos davam conta de que os seus dias à frente da sigla estavam contados. Na reunião do último dia 8, em Brasília/DF, o democrata foi preparado para receber a notícia de seu afastamento do cargo, mas saiu de lá mais feliz que noiva no dia do casamento.
Outros assuntos
O encontro de Brasília serviu apenas à deliberação sobre a pré-candidatura do deputado federal Rodrigo Maia/RJ à Presidência da República.
O anúncio
Mas, como existe uma determinação da presidência nacional para dissolver os diretórios estaduais, espera-se que o anúncio do afastamento de Bocalom do comando do DEM no Acre seja feito ainda esta semana. 
Abre o olho, tucano!
Rocha tem que avaliar bem se vale a pena deixar uma reeleição quase certa para se aventurar em terra desconhecida. Ficar sem representante na Câmara Federal não é uma opção sensata do PSDB. 
Data antecipada
TRF-4 antecipa a data da sessão que apreciação os embargos impetrados pela defesa do ex-presidente Lula. Marcada inicialmente para o dia 28, foi antecipada para 26. O petista corre o risco de ser preso no mesmo dia.
Campanha
No último domingo, 11, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, convocou petistas e simpatizantes para se engajar em uma campanha contra a prisão de Lula, que deixou de ser mera hipótese, depois que o STF negou o habeas corpus preventivo pedido pela defesa do ex-presidente.
Hoffmann disse
“A prisão de Lula vai ser muito perversa ao povo brasileiro. Nós temos que deixar bem claro: nós não vamos assistir mansamente à prisão do nosso líder, aliás, o líder do povo”, disse Gleisi Hoffmann.

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