Coluna Política Local – 18.05.2018 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 18.05.2018

Na Justiça
As declarações do líder do Governo na Aleac, deputado Daniel Zen (PT), sobre a administração do ex-governador falecido, Orleir Cameli, podem gerar desdobramentos indesejáveis para ele. O engenheiro Orleilson Cameli, filho de Orleir Cameli, disse que acionará judicialmente o parlamentar.

Proveito eleitoral
Em nota, Orleilson disse acreditar que o parlamentar petista estaria usando o nome do pai para criar fato político com a intenção de tirar proveitos eleitorais, já que as eleições se avizinham e Gladson Cameli (PP) é um forte concorrente na disputa.

Receba!
O deputado Eber Machado (PDT) recebeu mais paulada na Câmara de Vereadores na sessão de ontem. Os parlamentares ainda não engoliram as críticas feitas pelo pedetista.

Sem pauta
O vereador Mamed Dankar (PT) disse “que a impressão que se tem é de que não há pautas para debate na Assembleia Legislativa e por isso alguns deputados, por puro oportunismo, estão se intrometendo em assuntos restritos ao Legislativo Municipal”.

E aí?
Dankar lembrou ainda que Eber “fugiu” da votação do PL da Terceirização na Aleac. Questionou: “O que ele vai debater com os vereadores, se quase não participa das deliberações da Aleac?”

Pedido de desculpa
O vereador Antonio Moares (PT) disse que está esperando um pedido de desculpa do deputado. A conferir!

Sem chance
O PCdoB ainda tem esperança de se coligar a outro partido na disputa ao parlamento estadual. A bola da vez é o PSB. Há quem diga que a chance dessa aliança sair é praticamente nula.

Indignou-se
O deputado Lourival Marques, em pronunciamento nesta semana na Aleac, criticou o endereçamento de emendas para ramais para a Delegacia Regional do MAPA. Segundo ele, o órgão não possui equipe técnica para gerir 90 milhões de reais. Classificou como “irresponsabilidade” a decisão.

Nada de obra
O que Marques quis dizer é que corre o risco de os valores serem usados de forma errada e, dessa forma, a população sairá prejudicada. Má gestão, sem obra. Quase isso!

“Vazou o áudio”
Em um áudio que vazou no WhatssApp, o professor Carlos Coelho fez duras críticas à oposição, em especial, ao pré-candidato ao governo Gladson Cameli (PP). Coelho colocou em xeque a coligação proporcional entre PP, MDB e PSD.

Rebeldes
Pelo andar da carruagem, MDB e PSD estariam boicotando as agendas de Cameli no interior até que o progressista efetive a aliança.

Nada de aliança
O presidente regional do PP, José Bestene, já falou por diversas vezes que não existe a mínima possibilidade dessa coligação existir. Bem sabe que o PP serviria apenas para eleger os candidatos do MDB, ainda mais depois que os emedebistas disseram que querem eleger quatro deputados estaduais.

Nada a ver
Incompreensível essa perseguição ao professor Coelho. Ele não é o primeiro e muito menos será o último oposicionista a declarar apoio à pré-candidatura de Ney Amorim (PT) ao Senado. Na Aleac, até o momento, o deputado Antonio Pedro foi o único oposicionista que não fez tão declaração.

Bem isso
Coelho, em postagem endereçada à coordenação da campanha do candidato ao Governo, senador Gladson Cameli (PP), fez ponderações relevantes. Se Marcio Bittar (MDB), que acusou a família do progressista de ter 30 milhões de reais para a campanha, não foi punido, por que ele está sendo?

Incompreensível
Bittar disse ainda que o senador Sérgio Petecão (PSD) tinha recebido R$ 1 milhão do empresário Fernando Lage. Não foi punido, mas Coelho, que apenas declarou apoio ao Ney, está sendo achincalhado. Incompreensível e incontroverso.

Ele disse
Segue a transcrição: “Temos muitos deputados estaduais, vereadores e dirigentes de partidos de oposição que também apoiam o Ney Amorim (PT) e vocês se calaram. Não sei em quem confiar”. Mais uma crise para a conta da oposição.

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