Coluna Política Local – 30.12.2018 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Local – 30.12.2018

Pêsames

A Coluna inicia lamentando o falecimento do fotógrafo Américo de Mello, pai da jornalista e colega de Redação, Bruna Mello. Ele faleceu nas últimas horas da noite de sexta-feira, 28, após sofrer três paradas cardíacas no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb). Que Deus conforte o coração de toda a família.

Acabou

Última coluna do ano. Mas antes de seguir com as notinhas, não deixa de ler a retrospectiva 2018 que o Jornal A Gazeta preparou você, leitor. Confere lá, na Central, os principais acontecimentos na área de política ao longo de 2018. Tem notícias gerais e polícia também.

Tudo pronto

Tudo pronto para a posse do governador eleito Gladson Cameli (PP).  A solenidade ocorre na próxima terça-feira, 1, às 16h, e será marcado por dois momentos.

Programação

Uma programação especial está sendo preparada para a posse de Cameli e do vice Major Rocha (PSDB), incluindo a presença do Conservatório Musical do Vale do Juruá, projeto social do Ministério Público do Estado (MPAC), e do 61º BIS do Exército Brasileiro.

Posse

Como já falei acima, a posse ocorre em dois momentos. O primeiro, na Assembleia Legislativa (Aleac), quando Gladson Cameli (PP) e o seu vice, Major Rocha (PSDB), assumem oficialmente o Governo do Estado. O segundo, em frente ao Palácio Rio Branco, ocasião em que ocorre a entrega da faixa governamental.

Entrega da faixa

A entrega da faixa governamental, marcada para as 17h, acontece em frente ao Palácio Rio Branco.

Secretários

Já a posse dos novos secretários acontece dia 2 de janeiro, um dia após a de Gladson Cameli. O evento está marcado para as 9h, no Palácio Rio Branco.

Não vai

Circula nos bastidores que Cameli recebeu um telefonema do governador Tião Viana (PT) na última sexta-feira, 28, informando-lhe que não comparecerá a de transferência de faixa governamental. Alegou motivos pessoais e desejou sorte ao novo governador do Acre.

Posse de Bolsonaro

A posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) ocorre em quatro etapas, começando à tarde com um culto ecumênico na Catedral de Brasília. De lá, Bolsonaro deve desfilar ao lado da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, em um veículo que vai levá-lo até o Congresso Nacional, onde ele tomará posse como presidente.

Pressão

Após lideranças do MDB afirmarem que irão disputar a primeira-secretaria da Assembleia Legislativa (Aleac), colocando fim às pretensões tucanas de terem chapa única visando o mesmo cargo, o deputado federal Wherles Rocha (PSDB) afirmou que legitima a pretensão emedebista, mas afirmou que eles não podem usar o PSDB como argumento alegando que o partido possui muito espaço no governo.

Justificativa

Rocha afirmou que as lideranças do MDB precisam entender que a disputa não se refere ao Executivo para que citem eventuais espaços conquistados pelos tucanos e frisou que Luiz Gonzaga, líder do PSDB na Aleac, manterá o nome na disputa.

Falou

“Eles podem disputar, isso é próprio da democracia, mas eles não podem usar esse argumento de que o PSDB tem muito espaço, pois além de não ser verdade ainda estamos falando de uma eleição no Legislativo e não no Executivo”, frisou Major Rocha.

Bem aceita

Rocha alega ainda que a candidatura de Luiz Gonzaga é bem aceita entre os pares pelo fato do tucano estar no quinto mandato e conhecer profundamente o Legislativo.

Desistiu

O deputado reeleito Gehlen Diniz (PP) abriu mão de ser candidato à presidência da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e vai apoiar o seu colega de partido, o deputado eleito Nicolau Junior. A decisão foi anunciada na sexta-feira, 28, em reunião com o atual presidente da Mesa, Ney Amorim, da qual participaram também os deputados eleitos Jonas Lima (PT) e Whendy Lima (PSL).

Entendimento

Na reunião, classificada pelos parlamentares presentes como “uma excelente conversa de entendimento”, Diniz disse que a partir de agora vai apoiar Nicolau Junior, por entender que ele representará muito bem a vontade do Legislativo estadual e de toda a população acreana.

Consonância

A decisão acontece em consonância com o entendimento do governador eleito Gladson Cameli, também do PP, de que dentro do partido deveria haver uma unanimidade em torno de um nome. Outro fator importante é o de que esse consenso só fortalece ainda mais a união dos deputados, dentro da própria Assembleia Legislativa. (Assessoria)

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