Coluna Política Nacional – 04.01.2019 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Nacional – 04.01.2019

Bandeira petista virou ‘arte’ com dinheiro público

Eleitores do presidente Jair Bolsonaro (PSL) ficam inconformados e protestam indignados quando se deparam, no Museu de Arte do Rio (MAR), com uma “exposição” de clara motivação eleitoral, iniciada em setembro e prevista para acabar somente em maio, exibindo como “arte” bandeiras do MST, CUT e outros puxadinhos do PT. A prefeitura do Rio paga R$12 milhões por ano à ONG Instituto Odeon para fazer a gestão do MAR. O prefeito Marcelo Crivella (PRB) não quis comentar.

Arte do vandalismo

A exposição no MAR “Arte Democracia Utopia, quem não luta tá morto” exalta a “ocupação do Rio” e até “incêndio das Igrejas”.

Vacas obesas

A ONG Instituto Odeon recebe por ano 19 vezes mais recursos que o Museu Nacional, transformado em cinzas, recebia do governo federal.

A diferença é grande

O Museu Nacional tinha 20 milhões de itens em seu acervo, incluindo obras e peças raras e insubstituíveis. O MAR tem apenas 28 mil itens.

Dinheiro não falta

O Museu Nacional levou R$643,5 mil para funcionar no ano 2017. No mesmo ano, o MAR gastou R$816,1 mil só em publicidade.

Etanol: Petrobras se associa a atravessadores

Sociedade da Petrobras e poderosas distribuidoras de combustíveis sediadas em São Paulo, que fazem fortuna como atravessadoras, obteve R$1,8 bilhão do BNDES a juros camaradas e prazo generoso, para financiar um projeto mortal para produtores de etanol do Nordeste. Trata-se da expansão da estrutura dutoviária e de armazenamento de etanol, dentro da estratégia de assumir o controle do etanol em todo o País. As usinas nordestinas empregam quase meio milhão de pessoas.

Dumping sob chancela oficial

A sociedade cria um sistema multimodal em que os atravessadores poderão administrar estoques e fazer dumping para quebrar usinas.

Negócio da China

A sociedade com a Petrobras é um negócio da China para os distribuidores/atravessadores, mas com dinheiro (público) do Brasil.

Assim, até minha avó

Os empresários envolvidos no negócio divulgam, sem corar, que o dinheiro fácil do BNDES responde por 54% dos investimentos.

TCU barra Cia. Docas

O ministro Bruno Dantas, do TCU, suspendeu o contrato da Cia Docas do Rio de Janeiro com a empresa Technology, de R$1 milhão, para uma “solução integrada de Tecnologia da Informação”. O ministro suspeita de irregularidades e até da utilização de documentos falsos.

Indústria absurda

A indústria da desconfiança dos cartórios custa cada vez mais caro. No DF, um terreno de R$140 mil comprado à empresa pública Terracap rendeu R$8 mil (5,7% da compra) ao cartório, pelo papel carimbado.

Convite irrecusável

O senador Major Olímpio será o candidato do PSL à presidência do Senado. Segundo o senador contou ao site Diário do Poder, o convite foi tão irrecusável que ele “nem sequer teve chance de aceitar”.

Caiado em campanha

O ex-senador e governador de Goiás Ronaldo Caiado (DEM) é o principal cabo eleitoral do senador Davi Alcolumbre na disputa pela presidência do Senado. Não para de pedir votos.

Infraero não dá mais

A estatal Infraero continua fazendo vergonha e dando motivos para sua extinção. Neste fim de semana, quem usou o aeroporto de Congonhas, o mais movimentado do País, encontrou quebrados 4 dos 6 elevadores.

Já vai tarde

O PTB junta os cacos do extinto Ministério do Trabalho. A “limpa” é geral, talvez sobre apenas a copeira. Já não era sem tempo. Custando mais de R$10 bilhões por ano, serve apenas de “cabide” e escândalos.

Vereadora insepulta

Quem vai visitar o gabinete do Psol na Câmara não encontra mais. Os deputados se reúnem agora na “Rua Marielle Franco”, sinalizada por placa igual à rasgada por candidatos a deputado estadual do PSL-Rio.

Mudança de imagem

No Planalto, ontem, ainda se ouviam comentários divertidos sobre a “mudança de imagem” de Levy Fidelix, dono do PRTB. Tudo porque o acaju substituiu a velha tinta preta (tipo asa de graúna) da cabeleira.

Pensando bem…

…a demissão em massa de comissionados servirá para confirmar que, afinal, a grande maioria deles é desnecessária.

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