Coluna Política Nacional – 20.11.2018 – Jornal A Gazeta

Coluna Política Nacional – 20.11.2018

Presidente da Caixa defende consulta a Bolsonaro

O presidente da Caixa, Nelson de Souza, acha correto blindar o banco de indicações políticas, como pretende seu conselho de administração. Mas é contra alterar o estatuto ainda este ano para retirar do presidente da República o poder de indicar o presidente da Caixa. O plano secreto foi revelado nesta coluna. Para Souza, isso só deveria ser feito com o aval do presidente Jair Bolsonaro. A decisão é do conselho presidido por Ana Paula Vescovi, secretária-executiva do Ministério da Fazenda.

Secreto, só que não

O conselho tem 8 membros, 5 deles indicados pelo ministro da Fazenda, Eduardo Guardia. Que sabe de tudo, tanto quanto Temer.

Vices já eram

Em janeiro, com Michel Temer fragilizado, os estatutos foram alterados para retirar do Planalto o poder de indicar vice-presidentes da Caixa.

Mudança não afeta

Nelson de Souza se sente à vontade para defender o futuro da Caixa livre de indicações políticas: é um técnico com 40 anos no mercado.

Lucro de gente grande

Souza assumiu a Caixa com a missão de chegar ao lucro de R$7,2 bilhões. Em setembro, 6 meses depois, chegou a R$11,5 bilhões.

‘Mais Médicos’ nasceu e agoniza na mentira

O “Mais Médicos” foi baseado na mentira de que não haveria médicos para atender todo o País. O Brasil dispõe de 450 mil médicos, portanto, a saída dos 8,3 mil cubanos não vai alterar a qualidade do atendimento. A mentira do governo Dilma seria desmascarada em vídeo de palestra interna, no Ministério da Saúde, deixando claro que o real objetivo do programa era apenas financiar o governo de Cuba.

Dinheiro na veia

O programa “Mais Médicos” rendeu à ditadura cubana R$7,1 bilhões até agora, mas a saúde pública brasileira continua a mesma.

Atrocidade

Para vir ao Brasil submetendo-se a exploração análoga à escravidão,  cubamos foram obrigados a deixar familiares como reféns, em Cuba.

Deserção em massa

Resta aos cubanos a atitude digna de denunciar as atrocidades contra suas próprias famílias, feitas reféns, pedindo asilo ao Brasil em massa.

Pesos pesados ambientais

Futuro secretário do Meio Ambiente do DF, o ex-ministro Sarney Filho, morador de Brasília desde os anos 1970, convidou o atual ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte para presidir o Ibram, o Ibama local.

General na educação

Viviane Senna continua cotada para o Ministério da Educação, tanto quanto o general Aléssio Ribeiro Souto, amigo e um dos principais formuladores do programa de governo de Jair Bolsonaro.

Aparelhou, perdeu

Presidente do Inep, que deixou o Enem ser “aparelhado”, Maria Inês Fini tomou “cartão vermelho” de Bolsonaro quando já fazia a pose de ministra da Educação, em razão de suposta ligação ao general Heleno.

Incorrigível

Vale a pena respirar fundo e assistir a todo o interrogatório realizado pela juíza Gabriela Hardt. Nele é possível perceber que o presidiário continua arrogante. E ainda acha que é presidente da República.

Escolha competente

Ao comentar a escolha do futuro presidente da Petrobras, o general Hamilton Mourão elogiou: “Acho um nome extremamente competente, o Gil Castelo Branco”. Ele tem razão: Gil é muito competente, mas é o dirigente da ONG Contas abertas. O outro é Roberto Castello Branco.

Amor em tempo de guerra

O futuro ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni vai se casar nesta quarta-feira (21), em Brasília. Data acertada com a presença do presidente eleito Jair Bolsonaro na capital.

Emendar é preciso

O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), reeleito mês passado, passa a semana em Brasília com chapéu na mão. Ele pretende batalhar no Congresso uns trocados em emendas de parlamentares.

Xerife da cadeia

A revelação que Lula, ao contrário de qualquer outro reeducando, recebeu 572 visitas na prisão, já o credencia ao Guinness como o maior deboche à Justiça. E o maior anfitrião de cadeia do mundo.

Pensando bem…

…de tanto visitar Lula no xilindró, acabou Haddad virando réu pelos mesmo crimes do reeducando.

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