Dia de gritar campeão – Jornal A Gazeta

Dia de gritar campeão

A maioria dos estaduais terminam neste domingo, 8, com aquela velha dicotomia: quem ganha, comemora com toda pompa o primeiro título da temporada. Quem perde, justifica o revés como algo pequeno, sem importância. Entre um e outro, o essencial é poder acompanhar os vários clássicos, o fortalecimento da rivalidade regional, os estádios lotados (algo difícil por estas bandas) e, claro, as incontáveis zoações.

Por aqui
Rio Branco e Galvez decidem, a partir das 17h*, o título do Campeonato Acreano. No primeiro encontro, na quarta-feira, o empate (2×2) substanciou o equilíbrio entre as duas equipes. O Estrelão vislumbra no 47° título um suplemento para o principal objetivo da temporada: a ascensão à Série C do campeonato brasileiro, enquanto o Imperador sonha com o título inédito para subir de patamar no contexto local e começar a pensar em voos mais altos.

No Rio de Janeiro
Não faltam precedentes para imaginar um grande jogo entre Vasco e Botafogo, às 14h, no Maracanã, especialmente após os confrontos recentes na peleja; o último deles com vitória dos vascaínos (3×2). O grande problema para Zé Ricardo é a ausência da jóia Paulinho, que sofreu uma contusão no braço e ficará longe dos gramados por três meses. Voltando aos precedentes, um amigo botafoguense alerta: “é a vez da vitória do Fogão”. Se acontecer, o título será decidido nas cobranças de pênaltis.

Em São Paulo
A vantagem é do Palmeiras sobre o rival Corinthians na final do Campeonato Paulista, às 14h*. O Timão convive com o passado (temporada 2017), onde conseguiu ser campeão estadual e brasileiro, para alimentar as críticas no tocante às decisões de Carille. A derrota na Arena deixou visível o descontentamento dos corintianos. O Palmeiras, que não tem nada com isso, aposta no Allianz Parque lotado e no elenco de qualidade para voltar a conquistar o campeonato paulista depois de 10 anos.

Nas Gerais
O Atlético Mineiro chega faceiro e com a vantagem de 3×1 no embate decisivo com o arquirrival Cruzeiro, às 14h, no Mineirão. Além disso, os atleticanos tiveram a semana completa de preparação para o clássico, fato que não existiu na Toca da Raposa. A pressão no Cruzeiro de Mano ficou ainda maior após o empate amargo diante do Vasco pela Copa Libertadores.

Nos Pampas
Os gremistas estão receosos. Não por causa da disputa pelo título do Gauchão com o Brasil de Pelotas, praticamente garantido após a vitória no jogo de ida (4×1), mas sim com a possível mudança do técnico Renato Gaúcho para o Rio de Janeiro, onde comandaria o Flamengo.

Outras decisões
O Vitória precisa reverter o placar de 2×1, favorável ao Bahia, se quiser conquistar o tricampeonato baiano, às 14h*, no Barradão. A mesma situação do Fortaleza, do técnico Rogério Ceni, que perdeu o confronto de ida para o Ceará (2×1) e necessita da vitória, no Castelão, às 14h*, para acabar com as chances do rival levar o bicampeonato. Em Pernambuco, às 14h*, o Náutico busca uma vitória simples sobre o Central para levantar seu 22° título. O jogo decisivo do Paranaense acontece na Arena da Baixada, às 14h*, onde o Atlético/PR tenta frustrar a tentativa de bicampeonato do rival Coritiba, que venceu no Couto Pereira por 1×0. Em Santa Catarina, o duelo decisivo do estadual será entre Chapecoense e Figueirense, na Arena Condá, às 14h*.

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