Polícia espera resultado de perícia para ouvir motorista que atropelou e matou homem em Rio Branco – Jornal A Gazeta

Polícia espera resultado de perícia para ouvir motorista que atropelou e matou homem em Rio Branco

A motorista que atropelou e matou Adauto da Silva Ferreira, de 53 anos, ainda não foi ouvida pela Polícia Civil do Acre. A Delegacia da 4ª Regional, que investiga o caso, espera o resultado da perícia para interrogar a condutora. O acidente ocorreu no último dia 18, no Conjunto Esperança, em Rio Branco.

Ferreira tinha ido buscar o carro dele que estava em uma oficina próximo ao local do acidente, na Rua Rio de Janeiro, quando foi surpreendido pelo veículo em alta velocidade. A motorista do carro e uma passageira também ficaram feridas. Imagens, que viralizaram nas redes sociais, mostram o momento da colisão.

Além de Ferreira, a família perdeu outro ente. Um irmão da vítima que estava internado com hepatite morreu horas depois do acidente sem saber do que havia ocorrido com Adauto. Os dois foram velados juntos.

Vídeo mostra pedestre sendo lançado após ser atropelado por carro em Rio Branco

“Estamos apurando as circunstâncias. Aguardamos a perícia, que vai ser conclusiva para a gente poder traçar o interrogatório. Não quero escutá-la agora. A perícia que vai me dar um norte, apesar das imagens bastante conclusiva”, explicou o delegado Fabrizzio Sobreira.

O delegado acrescentou ainda que já ouviu alguns parentes da vítima. Segundo Sobreira, a perícia tem um prazo de 30 dias para concluir os trabalhos. Ele contou também que uma das pessoas ouvidas foi a esposa de Ferreira

“A perícia que vai dizer que tipo de crime ela cometei. A perícia tem um prazo de 30 dias, mas está tudo identificado. O procedimento pode transcorrer no curso natural”, complementou.

O delegado falou também que o caso trata-se de uma ação penal pública incondicionada, ou seja, mesmo que a família não queira representar contra a motorista o caso ainda deve apurado e ela, possivelmente, indiciada por homicídio culposo.

“É um crime de uma gravidade maior, já está bem caracterizado um homicídio culposo, isso não resta nenhuma dúvida. O pedestre, assim como o ciclista, vem em primeiro lugar em qualquer via pública. Ele foi atropelado, arremessado e veio a óbito”, concluiu.

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