Política Local – 04/05/2019 – Jornal A Gazeta

Política Local – 04/05/2019

Novo presidente

A executiva municipal do MDB tem novo presidente. O deputado estadual Roberto Duarte foi aclamado ontem durante a convenção do partido. Essa nova posição dentro do partido será seguida da responsabilidade de comandar a sigla na eleição do próximo ano.

Em ascensão

O emedebista está na lista dos políticos em ascensão. Não será surpresa nenhuma se for escolhido pelo MDB para disputar a prefeitura de Rio Branco. Já provou que sabe fazer política. Tem conduzido seu mandato com maestria.

Tirando de tempo

Com Duarte no comando da executiva municipal, enfraquece a chance do ex-reitor Minoru Kinpara de disputar a Prefeitura da Capital pelo MDB. Não que isso seja um problema para Kinpara. Outras siglas continuam de olho nele.

Fortalecido

Mesmo não se elegendo senador, Kinpara saiu fortalecido do pleito do ano passado. Seu nome caiu na graça do povo. Caso se candidate, tem chances reais de vencer.

Cautela

Em se tratando de política, o ideal é ter cautela. O cenário muda em um piscar de olhos. Hoje é, amanhã não mais. Temos alguns nomes que tendem a crescer ao longo de todo esse processo. Duarte é um deles.

Fora da equipe

Cresce os rumores de que o secretário de Produção e Agronegócio, Paulo Wadt, está com os dois pés fora da equipe de Gladson Cameli. Nos bastidores, comenta-se que tão logo o governador chegue da Colômbia, onde participa da reunião anual da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Florestas (GCF), irá exonerá-lo.

Motivos

Pesa contra Wadt as reclamações dos empresários acreanos que afirmam que o secretário privilegia mais os empresários do vizinho estado de Rondônia. O atual secretário, inclusive, estaria oferecendo fazendas produtivas no Acre para produtores do estado vizinho arrendar. Isso foi a gota d’água para os empresários locais.

No lugar

Nos corredores da Casa Rosada, o nome do pecuarista Fernando Zamora é dado como certo para assumir a pasta.

Mercosul

O senador Marcio Bittar (MDB-AC) será um dos vice-presidentes brasileiros do parlamento do Mercado Comum do Sul (Mercosul).

Comissão Especial

O deputado estadual Edvaldo Magalhães (PCdoB) cobra a criação de uma Comissão Especial na Aleac para avaliar indicações à Ageac e AcPrev. E ainda pondera: “a demora na nomeação dos gestores não pode perdurar e pediu celeridade”.

Aprovado

Apesar da pequena “exigência” do comunista, não existe risco dos nomes serem reprovados, conforme aconteceu anteriormente.

Mudando o nome

O PRB quer deixar para trás a aliança com a esquerda e se posicionar como opção para o eleitorado conservador. O primeiro passo será mudar o nome. Passará a se chamar somente “Republicanos” e se denominará, daqui para frente, um partido de centro-direita.

Continua

E o imbróglio em torno do “rebaixamento” da Polícia Civil a departamento continua. Em entrevista a site local, o governador em exercício, Major Rocha, disse que a instituição vive uma fase de autofagia, ou seja, se devoram entre si.

Puxão de orelha

A fala de Rocha acontece um dia após o vereador Emerson Jarude (sem partido) ter denunciado que os delegados Pedro Resende, Sérgio Lopes e Karlesso Nespoli estariam sendo removidos de suas funções atuais para outros postos como uma forma de retaliação por terem se manifestado contra a extinção da Secretaria de Polícia Civil.

Autofagia

E Rocha vai além. Para ele, os delegados não aceitaram bem a indicação de Rêmulo pelo fato dele ser um dos mais novos dentro da instituição. A resistência interna de alguns colegas é gerada por ciúmes.

União

Diante do crescimento da violência no Estado, o discurso do dia é, sem dúvida, união. O que precisa nesse momento é de esforço conjunto. Importante que essa disputa interna acabe para que o serviço que a sociedade precisa seja feito.

Fazendo as pazes

Circula nos bastidores que o governador Gladson Cameli e o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, estariam fazendo as pazes. O motivo é simples: a possível saída do deputado Gehlen Diniz da liderança do governo na Aleac.

Atrito

Essa escolha gerou um sério atrito entre o progressista e o emedebista. O que gerou, inclusive, a saída da deputada Meire Serafim, esposa de Mazinho, da base governista na Aleac. A saída de Gehlen abre espaço para uma reconciliação entre os dois.

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