Política Local – 09.04.2019 – Jornal A Gazeta

Política Local – 09.04.2019

Nada confirmado

Apesar dos rumores de que Gladson Cameli (PP) iria encaminhar à Aleac, ainda essa semana, a minirreforma administrativa, a porta-voz do governo, jornalista Mirla Miranda, confirmou o contrário. “Não irá esta semana!”, disse ela à reportagem do Jornal A GAZETA.

Aguardada

A reforma é bastante aguardada pelos deputados estaduais, principalmente por extinguir o Grupo de Planejamento Estratégico formado pelos chefes da Secretaria da Fazenda, Casa Civil, Controladoria-Geral do Estado (CGE), Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e Secretaria de Planejamento (Seplan).

Não gostam

Muitos parlamentares, incluindo alguns que pertencem à base governistas, alegam que o grupo tem mandado mais que o próprio governador, dificultando, inclusive, a resolução de muitas questões.

Diretoria

Outro ponto a ser tratado na minirreforma é a extinção das assessorias especiais. Serão reduzidas a status de diretoria.

IMC e IDM

Está no pacote ainda o retorno do Instituto de Mudanças Climáticas (IMC) e do Instituto Dom Moacyr (IDM). Cameli quer também a volta da Secretaria de Assistência Social, porém, com nova nomenclatura acrescida de departamentos de política de atenção às mulheres e aos povos indígenas.

Deu ruim

A permanência do ex-secretário Alércio Dias no comando do Acreprevidência pode trazer uma dor de cabeça sem tamanho a Gladson Cameli. Já se suscita que as aposentadorias assinadas pelo gestor podem ser declaradas nulas tendo em vista que ele tem ocupado o cargo de forma irregular.

Resolução

O que se comenta nos bastidores é que essa questão foi levantada para forçar Cameli a enviar o nome de Alércio Dias para apreciação dos deputados estaduais. E por falar nisso, a mensagem governamental já se encontra no parlamento estadual.

Voltou

O texto volta à Casa após ter sido retirado de pauta, em fevereiro, depois de o Ministério Público Estadual emitir recomendação para a não aprovação de Dias para o cargo por “ausência de conduta ilibada”.

Rejeitado?

Nos corredores da Aleac, a notícia que circula é que o nome será rejeitado, assim como ocorreu com o nome sugerido para ficar à frente da Ageac. Uma leve “repreensão” devido o Executivo tentar passar por cima do Legislativo.

Pedido de desculpa

A prefeita Marilete Vitorino pediu desculpas à população de Tarauacá. O pedido veio depois que um vereador do mesmo partido da chefe do Executivo iniciou a campanha #MarileteNuncaMais, protestando contra o abandono da cidade, o que gerou, dentre outras coisas, ruas esburacadas. A fala de Marilete gerou mais críticas do que elogios. Já são dois anos e três meses de mandato e pouco coisa resolvida.

Sem mandato

A coisa ficou feia para a vereadora de Cruzeiro do Sul, Lucila Brunetta. Ela teve o mandato cassado após ser condenada por infidelidade partidária pelo Tribunal Regional Eleitoral. A decisão foi unânime e com efeito imediato. Brunetta havia sido eleita pelo MDB e resolveu trocar de partido nas últimas eleições, se deslocando para o PP.

Não muda nada

A perda do mandato não muda em nada a situação da parlamentar, tendo em vista que no momento encontra-se afastada do parlamento estadual. Tem atuado na diretoria na Sesacre.

Na base

Na próxima quarta-feira, o PSL irá definir se passa a integrar a base de apoio a Cameli na Aleac. A sigla conta apenas com o deputado Whendy Lima no parlamento acreano.

Chefão

A reunião foi convocada pelo secretário-geral do PSL no Acre, Tião Bocalom.

Contrariados

A notícia da possível vinda de Bocalom para a base não agradou ao vice-governador Major Rocha (PSDB), pelo menos é o que circula nos bastidores.

Secretaria

Chegou a informação de que Bocalom estaria sendo cotado para assumir a Secretaria de Agricultura, até então gerida por Paulo Wadt.

Ganhando força

Se a pasta coordenada por Wadt não decolar, tendo em vista que já encontra resistência de pecuaristas e do próprio presidente da Federação da Agricultura e Pecuária, Assuero Veronez, o nome de Bocalom pode ganhar força.

Revogou

A falta de tornozeleira e liberação de presos sem monitoramento levou Gladson a revogar decreto que engessava administração, ou seja, que impedia a administração pública de pagar dívidas com fornecedores contraídas no governo de Tião Viana (PT).

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