Política Local – 11/09/2019 – Jornal A Gazeta

Política Local – 11/09/2019

Deputado ferido

E o primeiro dia da greve da Saúde já começou no embate. O deputado Jenilson Leite (PCdoB), que é médico, foi apoiar o ato grevista. Ao tentar montar uma comissão dos grevistas, ele foi falar com um dos coronéis da Sesacre, Jorge Rezende, mas a conversa ficou ríspida. Deu confusão! O parlamentar acabou empurrado e machucou o braço.

Mais longe do acordo

Lamentável! Não dá certo juntar militar com esquerdista, ainda mais em ocasiões de ânimos já tão exaltados. Jenilson disse que ia prestar queixa. E tem mesmo. Gestores não podem perder a cabeça assim. Que despreparo! Não é com essas rixas que as partes vão se resolver.

Tem que resolver

Ainda da greve, o sindicato da categoria (Sintesac) alega que o Acre tem um déficit de cerca de 5 mil trabalhadores, de mais 1,5 mil leitos e 12 mil cirurgias represadas. São números muito altos. Preocupa mais o fato de o movimento ter parado 60% dos serviços. Vai reprimir mais demandas. A pasta da Saúde precisa negociar um fim para essa greve, urgentemente.

Estão dispostos

Deputado Luís Tchê (PDT), líder do governo na Aleac, destacou, mesmo debaixo de vaias, que o governo está disposto a negociar com os grevistas. Isso é bom! Agora é fazer uso de toda essa disposição para ceder e avançar no diálogo. A greve é prejuízo certo para a população.

Comissão dos vetos

A Mesa Diretora da Assembleia decidiu criar uma Comissão Especial para analisar os vetos do governador Gladson Cameli (Progressistas) aos nove projetos do Legislativo. O grupo pretende derrubar todos os vetos na Aleac, até porque a Assessoria do governo já sinalizou que Gladson não volta atrás na negativa aos projetos.

Não mata, mas machuca

Essa “briga dos poderes” não é assim das mais feias, mas começa a criar rusgas entre eles. Até porque a comissão da Aleac já conta com a presença dos desembargadores Francisco Djalma (presidente do TJ), Roberto Barros e Eva Evangelista se reunindo com os parlamentares a portas fechadas, ou seja, o Judiciário está no meio dos insatisfeitos pelos vetos.

Definido

E o prédio do antigo Colégio Meta? Depois de rodar com o título de Museu Povos da Floresta, na Era PT, agora bateram o martelo do que será na gestão Gladson: um museu no 1º piso e a Secretaria de Segurança Pública no 2º andar. A notícia ruim é que só vai ficar pronto em 2020.

A obra é chique

Informação foi dada pelo secretário de Obras do Estado, Thiago Caetano, em um programa de rádio. Ele justificou a conclusão só para o ano que vem porque, além da parte de engenharia, há ainda providências administrativas a serem tomadas e montagem de acervo, fora o custo de manutenção para uma obra de tamanho requinte.

Cuidem do local

Já que vai ser a Segurança Pública que vai tomar conta do local, é bom que eles já comecem a resguardá-lo desde cedo. Mês passado, o Dr. Raiz denunciou ao Jornal A GAZETA que vândalos teriam entrado no local e quebrado janelas, deteriorando ainda mais o acabamento do prédio já feito. Isso preocupa moradores e, principalmente, comerciantes do Centro da cidade.

Mas já?

O presidente do diretório municipal do PSDB de Rio Branco, Mário Paiva, anunciou uma provável data de filiação do ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara, ao ninho tucano. É que já é para a semana que vem: “Estaremos formalizando esse compromisso no dia 20 ou 21”!

Seguem as orações

As orações da coluna seguem com a família de Savana Santiago, que contraiu uma grave doença, meningite bacteriana, e segue internada. Ela saiu do estado de coma, mas, devido à quantidade de remédios que terá de tomar para combater a bactéria, vai voltar à UTI para ser acompanhada. Que Deus reestabeleça a saúde de Savana!

Sem democracia

Cenário político nacional não anda bem. Após o rebuliço da escolha do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para que Augusto Aras assumisse a Procuradoria-Geral da República, mesmo ele não estando na lista tríplice, uma atitude impositiva, agora o filho, Carlos Bolsonaro, foi falar que o Brasil só terá transformações rápidas se não respeitar as vias democráticas.

É ditadura que fala

O que será que é o oposto da democracia? A justificativa do Bolsonaro filho [ah, e esse não é o que vai se tornar embaixador] é de que o país não está saindo do lugar por causa do sistema atual. Só espero que este não se torne o discurso Bolsonarista para o fato de estar tudo igual ao que era antes. Nada mudou. Nada melhorou. Pelo visto, a culpa agora vai ser da democracia.

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