Política Local – 13.03.2019 – Jornal A Gazeta

Política Local – 13.03.2019

Escolhidos

Os senadores Marcio Bittar (MDB) e Sérgio Petecão (PSD) foram destaques ontem no Congresso Nacional. Os políticos acreanos foram indicados pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para ocuparem a linha de frente da negociação do governo com a casa.

Divulgação

O decreto com as nomeações de Petecão e Bittar, além de mais cinco deputados federais, foi publicado na edição de terça-feira, 12, no Diário Oficial da União (DOU).

Driblando problemas

Rumores dos bastidores dão conta de que o objetivo das nomeações é driblar os problemas que vêm enfrentando no Congresso para aprovação de matérias fundamentais para o Governo Federal, em especial a reforma da Previdência. Vejamos se consegue reverter.

Projeto

O vereador Antônio Moraes (PT) apresentou um PL interessante ontem na Câmara de Rio Branco. Ele propõe gratuidade na utilização dos banheiros públicos municipais, mais especificamente no Terminal Urbano, Rodoviárias e nos mercados públicos.

De graça

Moraes reforça que no local se encontram funcionários que chegam a usar até sete vezes por dia o banheiro. “Um abuso cobrar todas as vezes que essas pessoas usam o local. Já pensou você pagar R$ 1 real por cada vez que usa um banheiro?”. É uma reivindicação antiga da população.

Revoltado

O vereador João Marcos Luz (MDB) anda revoltado com a prefeitura de Rio Branco. O motivo é a suposta falta de entrega do kit escolar aos estudantes do ensino infantil na última segunda-feira, data em que marcou o início do ano letivo na Capital.

Transparência

Em discurso na Câmara, ele cobrou mais transparência e veracidade do executivo municipal. A falta de planejamento da Prefeitura foi citada por Luz como um desrespeito aos pais e crianças pela expectativa criada por eles para receber os materiais. Para o vereador, estão tentando persuadir ou convencer as crianças de que receberão o kit.

Resposta I

Quem não curtiu o puxão de orelha do emedebista foi o líder da prefeita, o vereador Rodrigo Forneck (PT). A resposta veio rápido, ríspida e enfática. Coisas do parlamento, naturalmente.

Resposta II

“Eu não sei, exatamente, a troco de que o vereador João Marcos cumpre esse papelão de sair inventando conversa. Porque um vereador tem que exercer a sua função com seriedade e não pode faltar com a verdade para enganar a população. A prefeitura não só comprou o material escolar, como está distribuindo aos 25 mil estudantes da rede pública, quer o vereador queira, quer não”, disse Forneck.

Cobrou também

Quem também “puxou a orelha” do Executivo foi o vereador Mamed Dankar (PT). Ele voltou a cobrar a implantação do programa Farmácia Solidária. A lei foi aprovada há um ano e até o momento a Secretaria de Saúde do Município não tomou nenhuma medida.

Lei

A ideia, como prevê a legislação, é que medicamentos não utilizados por cidadãos possam ser entregues nas unidades básicas de saúde e, após uma triagem e verificação da data de validade, serem destinados aos populares mais carentes, que não têm como comprar os remédios. Essa semana, o vereador Dankar reclamou da demora em aplicar a lei.

Arrecadando

Disposto a não esperar mais pela prefeitura, o gabinete do vereador deu início às arrecadações. Em conversa com a Coluna, Dankar confirmou que em apenas uma semana já foram arrecadas cerca de 500 caixas de remédios. Uma quantia significativa, sem dúvida.

Importante

O programa visa beneficiar famílias carentes. Dada a importância do programa, lamentável que o secretário Otoniel Almeida não esteja dando a devida atenção.

Ajuda

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) apresenta nesta quarta-feira um requerimento convidando os empresários e representantes da Secretaria da Fazenda com o objetivo de debater medidas a fim de ajudar os empresários que tiveram prejuízos com o incêndio no Calçadão da Benjamim Constant.

Desonerar

Ele chegou a mencionar a possibilidade de desonerar o ICMS para os empresários. “Se o Estado pode fazer renúncia fiscal para a Gol, porque não pode fazer para os comerciantes que tiveram prejuízos com o incêndio?”, questiona Edvaldo, sugerindo que o imposto pago pelas mercadorias dos empresários se transforme em crédito para que o empresariado possa se reerguer.

Assuntos desta notícia